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DIA DO SAMBA RECEBE HOMENAGEM DO SESC BAHIA COM SHOW PRESENCIAL E ON-LINE

A apresentação faz parte do último Sesc Sonoridades do ano e comemora o dia do samba

Publicado em: 03/12/2021 - 11:12:11

    No mês em que se comemora o Dia Nacional do Samba, o Sesc Bahia realiza um evento híbrido no dia 4 de dezembro, trazendo ao palco do Centro Cultural Sesc Feira de Santana, e ao mesmo tempo no canal www.youtube.com/SescBahiaOficial, três grandes referências femininas do samba na Bahia: Dona Chica do Pandeiro e Maryzelia, acompanhadas pelo grupo Quixabeira da Matinha, e a participação de Juliana Ribeiro, no show GUARDIÃS DO SAMBA. Para o público que quer ver de perto esse encontro, a apresentação começa às 19h, e o acesso presencial é mediante a doação de 1kg de alimento estocável, para as instituições sociais cadastradas no Programa Mesa Brasil Sesc. Sujeito à lotação e uso obrigatório de máscara.
    O show recebe o nome de Guardiãs do Samba por juntar no palco três mulheres que mantém viva a tradição, a ancestralidade e o regionalismo do samba de roda em festas populares. Uma homenagem ao Samba e a figura do feminino nas manifestações. A estética na cenografia e concepção do show remete a rainhas africanas e reverencia a mestra Dona Chica do Pandeiro, e no repertório, sambas clássicos, canções autorais e de domínio público. A direção artística do show é de Geovane Mascarenhas.
    O evento é o reconhecimento do Sesc a uma das manifestações culturais mais importantes do país e consagrada como patrimônio oral e imaterial da humanidade pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – o Samba de Roda. Nesta noite memorável e de muita cultura, tradição, emoção e história, o público terá a oportunidade de cantar junto com essas importantes figuras do samba no estado.
    Ao longo destes 75 anos de atuação, o Sesc direciona seus esforços para o bem-estar e melhoria da qualidade de vida do trabalhador e de seus dependentes ao possibilitar o acesso ao bem cultural e aos serviços e atividades em educação, saúde, lazer e assistência.

Show Guardiãs do Samba, com Dona Chica do Pandeiro e Maryzelia, acompanhadas pelo grupo Quixabeira da Matinha, e participação de Juliana Ribeiro
Dia: 4 de dezembro, às 19h
Presencial: Centro Cultural Sesc Feira de Santana
Ingresso: retirado mediante doação de 1kg de alimento estocável, na bilheteria do Centro Cultural a partir de 1º/12, das 14h às 16h.
Transmissão ao vivo: www.youtube.com/SescBahiaOficial | gratuito

Sobre as artistas:
Chica do Pandeiro (Feira de Santana – BA, 1949)
Matriarca do grupo cultural Quixabeira da Matinha, de Feira de Santana (BA), Chica do Pandeiro tem 73 anos de arte e muito trabalho na comunidade rural em que mora. Filha de lavradores é a quarta filha de um total de 14 filhos. Chica trabalhou na roça desde os 10 anos de idade, torrando farinha, capinando mandioca, plantando feijão, entre outras coisas, para ajudar os pais. Dona Chica do Pandeiro é compositora e representante do papel de vanguarda assumido pela mulher na salvaguarda e memória do samba de roda baiano.

Maryzelia
    Natural de Feira de Santana (BA), Maryzelia traz em seu canto a influência marcante dos tradicionais sambas de roda, samba reggae e de clássicos da MPB. Compõem seu repertório canções de artistas como Cartola, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Beth Carvalho e Ivan Lins. Além destes, cantores e compositores baianos como Caetano Veloso, Dorival Caymmi, Nelson Rufino, Raimundo Sodré e Roberto Mendes também são relidos por Maryzelia em seus shows e apresentações. Todas as interpretações ganham a assinatura da voz marcante e firme da sambista, já reconhecida por públicos da Bahia e do Rio de Janeiro. No carnaval fora de época, Maryzelia já dividiu trios com estrelas do axé music como Daniela Mercury e Margareth Menezes, além do sambista Dudu Nobre. No Rio de Janeiro, a sambista é a única baiana no time de artistas que integram o Projeto Criolice, considerado a maior roda de samba do estado. O movimento cultural, oriundo da zona oeste carioca, busca resgatar e valorizar a cultura de matriz africana. No Criolice, Maryzelia agita o público com interpretações marcantes, além do gingado e da alegria característica da cantora.

Juliana Ribeiro
    Historiadora, Mestra em Cultura e Sociedade. Atua como professora de história, cantora, compositora e pesquisadora das expressões musicais e da cultura popular brasileira. Em 2009, lançou seu EP (Extended Play), e em 2011 `Amarelo´, seu primeiro CD, cujo repertório retrata a trajetória do samba em três séculos de canção através de ritmos como Lundu, Batuque, Maxixe, Sembas Angolanos e Samba-de-Umbigada. Recentemente lançou o álbum Preta Brasileira que reverencia o empoderamento feminino negro e a fala da mulher atual, com canções inéditas como na canção Preta Brasileira que dá nome ao álbum e composta por Juliana. A pesquisa focada nas raízes do samba permanece norteando o trabalh
o da artista e se revelam em algumas da faixas do álbum.

Quixabeira da Matinha
    O nome do grupo se originou da Quixaba, planta muito resistente do interior, que demonstra a luta e a persistência do grupo em divulgar e resgatar e salvaguarda a cultura popular tradicional através do samba de roda que e ‘patrimônio oral imaterial da humanidade. O grupo Quilombola de Samba de Roda da Quixabeira da Matinha formado em 1989, na comunidade  Quilombola Matinha dos Pretos, por trabalhadores rurais que do ofício da roça aprenderam a cantar e a tocar sem frequentar nenhuma escola de música, foi fundado pelos saudosos cantores  e compositores Aureliano Sambado e Mestre Coleirinho da Bahia, dono da famosa música “Alô meu Santo Amaro” regravada por vários cantores re
nomados no País como: Carlinhos Brown, Caetano Veloso, Gal Costa, Banda Cheiro de Amor, Harmonia do Samba, dentre outras. Com três CD’s independentes, um CD gravado pela Wave Music e dois documentários (Quixabeira da Roça: A Indústria Cultural e o Cantos da Matinha). O grupo de Samba de Roda Quixabeira da Matinha já tocou em vários estados como: Minas Gerais, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro (com três shows na Bienal Internacional do Livro) e também já tocou em várias cidades da Bahia e em 2018 o grupo foi se apresentar na Europa especial em Portugal.

AUTORIA: Release da Ascom do SESC-Ba.
Fotos




NOVELA HISTÓRICA QUE RELÊ A CONJURAÇÃO DOS BÚZIOS (BAHIA 1798)

Mais um trabalho assinado por Luís Pimentel que tem demonstrado a lançamento uma criatividade e um amadurecimento literário, típico só aos grandes mestres. Pimentel é um escritor brasileiro, maduro e preparado para nos oferecer a cada dia o melhor nas suas criações!

Publicado em: 18/11/2021 - 23:11:16

    "Está para chegar o tempo feliz da nossa liberdade: o tempo em que seremos irmãos, em que todos nós, pretos, pardos, brancos ou de qualquer cor, seremos iguais". Assim, um panfleto visto pelo poeta e mensageiro estabanado Gregório Alves revela a alma de "Esconjuro! A corda e o cordel na Revolta dos Alfaiates", novela histórica do jornalista, compositor e escritor premiado Luís Pimentel que chega agora às prateleiras pela Pallas Editora (88 páginas e belas ilustrações de Daniel Viana).
    Gregório, também conhecido como Berimbau do Bonfim, recebe a incumbência de levar às famílias do Recôncavo a notícia do enforcamento de quatro mártires da Conjuração Baiana, que pipocou em 1798: Manuel Faustino dos Santos Lira, João de Deus Nascimento, Luís Gonzaga das Virgens e Lucas Dantas, líderes do movimento que repudiava a escravidão, aspirava separar a Bahia de Portugal e queria atender às reivindicações do povo. A inspiração veio da Revolução Francesa: escravos e negros forros, frades e soldados, profissionais liberais e artesãos de toda a sorte lutaram por liberdade, igualdade e fraternidade.
    A narrativa nos desperta para o presente, sem se furtar de anunciar o porvir. Ao virar as páginas, somos conduzidos aos lugares, tamanha a riqueza de detalhes do texto. A antiga Bahia é, ela mesma, um personagem crucial da trama de Pimentel, repleta de negros fictícios e reais ao mesmo tempo, suados por causa do calor de Salvador, mas, sobretudo, pelo trabalho braçal, sonhando com um futuro mais digno como é comum na história da humanidade, sempre oprimida e rebelde, entremeando mentiras com a busca pela verdade, sempre desejada e utópica, como a própria liberdade.
    "Cores, sabores, escuridão, saberes milenares. Mandinga, ginga dos capoeiras a driblar as ciladas da ira. Catinga também: da podridão dos poderes absolutos, que jamais enforcarão de vez os delírios de uma sociedade igualitária. Que nunca esquartejarão a integridade dos corpos sedentos de amor e liberdade", escreve Chico Alencar, no prefácio. Depois de explicar que "esconjuro" quer dizer "maldição, exorcismo, imprecação", o professor de história, escritor e parlamentar afirma que o livro de Pimentel "traz força, tão urgente nesses tempos de distopia, para amaldiçoarmos todo ódio, exorcizarmos todo preconceito, fazermos forte imprecação contra toda opressão".
    Nascido no sertão da Bahia, Luís Pimentel é autor de mais de 50 livros, publicados por cerca de dez editoras – “Esconjuro!” é o quarto pela Pallas. Sempre foi fascinado pela Revolta dos Alfaiates, mal sucedida por conta de uma denúncia feita por Carlos Baltasar da Silveira ao então governador Fernando José de Portugal e Castro. Os conspiradores foram pegos em flagrante no Campo de Dique, em 25 de agosto. Ao todo, 49 pessoas foram presas e os quatro líderes, enforcados e esquartejados, além de expostos em praça pública para reprimir futuras revoltas, o que não aconteceu. Nos anos seguintes, houve a independência (1822), a Revolta do Malês (1835) e a abolição da escravatura (1888).

AUTORIA: Release de divulgação do lançamento do livro.



GRUPO AFRICANIA LANÇA ÁLBUM COM SELO EDUCADORA FM INDEPENDENTE

Ocorreu no último domingo (31), a apresentará de um especial sobre o disco através do YouTube

Publicado em: 01/11/2021 - 00:11:38

    O esperado álbum do grupo Africania, O Curador do Museu do Imaginário, foi oficialmente lançado com o Selo Educadora Independente - uma iniciativa da Rádio Educadora FM que busca fomentar importantes trabalhos fonográficos produzidos na Bahia. O álbum contém 12 canções que já podem ser ouvidas tanto na programação da referida rádio quanto nas principais plataformas digitais – link para ouvis disponível no site www.grupoafricania.com.br
    Neste domingo (31), às 10h, será lançado um especial sobre o álbum, uma produção com depoimentos de todos/as participantes do disco. São mais de vinte depoimentos, curiosidades e memórias trazidas pelo grupo para comemorar o lançamento desse importante álbum para o grupo. O especial poderá ser compartilhado através do canal oficial do grupo no Youtube. Acesse agora e ative o lembrete para saber mais - https://www.youtube.com/watch?v=AIpn6PVgpjs
    De acordo com o grupo, as gravações desse álbum foram iniciadas bem antes da pandemia e desde 2020 tem participado de ações que destacaram algumas músicas, antes mesmo do seu lançado. A exemplo de Vaqueiro Marvado que ficou entre as 10 canções finalistas do 18º Festival da Educadora FM, e as canções Da Quixabeira pro Gavião e Jacuípe Gemedeira que possuem videoclipes e também já foram contempladas em editais culturais. Segue link do canal do youtube para assistir aos videoclipes www.youtube.com/c/BandaAfricania/videos
    “Esse trabalho tem uma relação muito visceral com o novo momento da banda. Tenho a certeza de que estamos fazendo uma música sobre nós, sobre as nossas memórias. Eu costumo dizer: não estamos fazendo não apenas samba de batuque do Sertão da Bahia, somos o próprio Sertão, somos o próprio samba, com esse recorte para o Rio Jacuípe, esse grande símbolo que utilizamos para conduzir os caminhos do nosso novo disco”, descreveu Bel da Bonita, músico e fundador do grupo, nascido em Gavião.
    Daniel da Quixabeira é um dos componentes da nova formação. Nascido no município de Quixabeira, o músico tem um papel fundamental na construção desse álbum. Ele, ao lado de Bel da Bonita, idealizou e participou de todos os processos, desde a concepção até a sua finalização. “O Curador do Museu do Imaginário é um trabalho que nos deixa muito feliz porque ele faz a gente se conectar com as nossas vivências, experiências atuais e, sobretudo, com os nossos ancestrais”, destacou Daniel da Quixabeira.
    No meio das gravações surgiu a figura do músico e jornalista Cid Fiuza, natural de Água Fria. O guitarrista e também produtor cultural foi convidado pelo grupo após perceber que o trabalho trazia muita sobre as suas origens. “Eu fiquei realmente muito emocionado quando em entrei no estúdio e ouvi aquele som que me reportou à minha infância, ao meu torrão, como dizia Luiz Gonzaga. Quando eu ouço esse álbum eu me reconecto tanto com a minha família, com quem está com a gente e com aqueles que fizeram a passagem, quando com as minhas andanças e outras memórias”, declara Cid Fiuza.
    Além dos músicos que compõem o grupo atualmente, o álbum contou com a participação de diversos artistas da Bahia. Como o próprio grupo faz questão de destacar no “encarte” e na ficha técnica: “Aqui, neste álbum, contém o axé, amor, o esforço, o talento e a inspiração de Bel da Bonita, Daniel da Quixabeira, Cid Fiuza, Ramiro Barbosa, Anselmo Roberto, Arquimedes Nascimento, Bié dos Oito Baixos, Cesinha dos Olhos D´Água, Fatel, Júlio Caldas, Jonas Costas, Lerry, Lud Dourado, Letícia Peixinho, Márcia Porto, Maiara Carmiru, Mateus Zingue, Júnior Silva, Kareen Mendes, Kelvin Diniz, Raymundo Sodré, Roberto Mendes, Rogério Ferrer, Tito Pereira, Don Guto e Uyatã Rayra”.

AUTORIA: Release de
Fotos




GILSAM E “PROJETO ATIBA – UMA HISTÓRIA A SER CONTADA”


Publicado em: 17/10/2021 - 13:10:21

    Gilsam, ou, Gilson Souza Santana, Mestre em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas, e que hoje trabalha na SMED/NUPER.10, é conhecido consagrado na vida cultural de sua terra natal, Feira de Santana, como reggaemen, cantor, compositor e instrumentista, que sempre objetivou difundir a cultura afro-brasileira, indígena e africana, e para tanto se aplicou e estudou para dar fundamento científico ao seu trabalho, tendo, por ocasião da conclusão de uma de suas especializações, criado o argumento de uma história em quadrinhos, que foi muito bem ilustrada pelo Artista Plástico, Gabriel Ferreira, denominada de: “Projeto ATIBA - Uma história a ser contada”, que o Viva Feira tem o privilégio de difundir em uma rede aberta para o público em geral. Gilsam já teve uma publicação de sua lavra na Revista da UFBA de caráter científico e educativo. A bem da verdade o trabalho do feirense é por excelência educativo, uma das razões que motiva o Viva Feira a publicar para o grande público, curtam a seguir:

AUTORIA: Quadrinhos com argumentos de Gilson Souza Santana e ilustrações de Gabriel Ferreira



JORNAL FUXICO CHEGA A 46ª EDIÇÃO E AMPLIA A SUA ATUAÇÃO NA INTERNET


Publicado em: 11/06/2020 - 17:06:16

    Desenvolvido pelo Núcleo de Investigação Transdisciplinar (NIT), ligado ao Departamento de Educação da UEFS, a nova edição do Jornal Fuxico foi lançada nesta terça-feira (09) no formato PDF. Em sua 46º edição, a revista traz imagens, diversos textos poéticos e reflexivos sobre o atual momento de pandemia.
    O Jornal Fuxico existe desde o ano 2000, com versões impressas e online, como podemos acessar a partir deste link. As atividades também eram realizadas presencialmente, na UEFS. Diante da necessidade de exercer o isolamento social/físico, essa nova edição foi desenvolvida, completamente, por meios de reuniões e edições online.
    Como podemos ver, as primeiras publicações desse periódico eram chamadas Trans, pois tem como mote, desde sua gênese, a discussão e vivência da transdisciplinaridade. Em 2007, teve seu nome alterado para FUXICO, por considerar a força semântica desta palavra, que revela os transcursos da vida, seus entrelaces, polifonias e feixes policrômicos.


O NIT

    Em suma, o Núcleo transita nas mais variadas temáticas que compõem a diversidade dos saberes e sabedorias das culturas humanas entre os campos da Ciência, da Arte, da Filosofia e das Tradições Culturais/Espirituais e busca proporcionar investigações teóricas, empíricas e teórico-vivenciais que impliquem na busca de nosso ser-sendo-com, em sua complexidade in-tensiva, e que possibilitem uma práxis transdisciplinar da cultura, da educação e de nossas relações com o ecossistema.

Serviço:
O quê: Lançamento da edição 46ª do Jornal Fuxico
Quem: NIT – Núcleo de Investigação Transdisciplinar/Departamento de Educação da UEFS
Acesso: https://drive.google.com/file/d/1ScGJy46cwg3C_zSDqvLO1qcnUjWzyUW2/view
Outras edições: http://www.uefs.br/modules/documentos/index.php?curent_dir=4172


AUTORIA: Release do Fuxico - Cid Fiúza



NOVAS TECNOLOGIAS E ENGENHARIAS PROTAGONIZARAM EVENTO UNEF/FAN


Publicado em: 03/12/2019 - 00:12:54

    Os organizadores da UNIGEN 4.0 trouxeram para Feira de Santana um evento sobre O que há de mais atual na área das engenharias. A iniciativa das faculdade UNEF (Unidade de Ensino Superior de Feira de Santana) e FAN (Faculdade Nobre) atraiu um público de mais de mil pessoas entre estudantes dos cursos de Engenharia Civil, Química, Ambiental e Sanitária, Elétrica, Mecânica e de Produção, professores, coordenadores, visitantes, empresas convidadas e expositores para essa feira de tecnologia que aconteceu no início do mês de novembro.
    A reunião dos seis cursos de Engenharias da UNEF e da FAN esse ano trouxe discussões a respeito de temas importantes como a “Indústria 4.0”, por exemplo. Com uma programação que se estendeu por três dias, o evento abordou o constante desenvolvimento tecnológico, associando a importância da Engenharia ao contexto atual e, simultaneamente, buscou mostrar o quanto a sociedade pode ser beneficiada com os avanços do segmento.
    “O slogan diz muito sobre essa iniciativa. A UNIGEN 4.0 colabora efetivamente com a revolução das engenharias”, diz Bianca Figueiredo, coordenadora dos cursos de engenharias do Grupo Nobre. Para o diretor acadêmico da UNEF, Getúlio Bomfim, os protótipos apresentados nessa edição surpreenderam. “Projetos, protótipos, produtos… um tecnológico em robótica, tecnologias limpas, modelagem de relevo em 3D, automação residencial via smartphone, envase automatizado, dentre outros projetos”.
    Além de apresentações de mais de 100 trabalhos científicos, a terceira edição da UNIGEN 4.0 contou com uma vasta programação em que o público teve a oportunidade participar e conferir de perto exposições de protótipos, palestras, minicursos, estudos de caso, mesas redondas, desafio de ponte de palito, competição de kart, shows musicais, dentre outras atividades.

AUTORIA: Release da Ascom do Grupo Nober - Cid Fiúza
Fotos




SEMANA DA BIBLIOTECA E DA CONSCIÊNCIA NEGRA MOVIMENTAM A UniFTC


Publicado em: 25/11/2019 - 10:11:03

    Você já leu um livro hoje? A pergunta, aparentemente despretensiosa, na verdade é um convite para visitar a exposição literária que está sendo realizada pela Biblioteca da UniFTC Feira de Santana e quem sabe até ganhar um dos exemplares de romance ou contos. A Semana da Biblioteca e da Consciência Negra, aberta oficialmente segunda-feira (18) e encerrada nesta quinta-feira (21), com uma vasta programação, que incluiu ainda workshop, oficina e apresentações culturais.
    Um dos destaques do evento, que envolve ainda os cursos de Enfermagem, Educação Física e Direito, é o Projeto Afrobrasilidades, que movimentou a noite desta quarta-feira (20) com oficina de capoeira, apresentação de maculelê e samba de roda e produção de turbantes, tranças afro e corte de cabelo. Tudo isso em comemoração ao Dia da Consciência Negra, que também foi tema de workshop sobre “Racismo Estrutural” e “Consciência Negra e Vulnerabilidade Social”.
    Ao falar sobre a construção do conceito de raça, Bruno Silva, engenheiro civil e estudioso das questões étnicas, citou a filósofa alemã Hannah Arendt, que no livro As Origens do Totalitarismo defende a ideia de que o termo   raça surge “para tentar justificar as diferenças que existem entre os diversos grupos humanos”.  Segundo ele, do ponto de vista da estrutura genética só existe uma raça, a humana. “Mas, ainda assim, utilizamos a categoria raça como balística para pensar as relações sociais”, disse.
    “Pensando nos aspectos psicológicos que se correlacionam com o racismo estrutural, temos o processo de adoecimento psíquico de diversas pessoas negras, por conta do próprio racismo da sociedade, mais especificamente nos ambientes em que a desigualdade é mais identificada”, destacou Suellen Amaral, psicóloga e coordenadora do Núcleo Moverafro de Mulheres Negras. Ela falou ainda sobre o processo de normatização da branquitude, colocada como padrão de vida, enquanto os negros ocupam lugar de subalternidade.
    Já Juciara Santos, licenciada em Letras com Francês e também graduada em Psicologia, discorreu sobre a própria vivência, especialmente na vida acadêmica. “Nos sentíamos estrangeiros, pois mesmo nos cursos de menos prestígio era muito rara a presença do negro”, contou. Segundo ela, como mulher negra e trabalhadora, cursou a primeira graduação movida pela paixão pelas letras. Na segunda, uma constatação: “Psicologia é um curso de elite. “Na minha época nem se falava na questão racial”, ressaltou, parabenizando a iniciativa da Instituição em promover o evento.
    De acordo com o supervisor da Biblioteca, Makson de Jesus Reis, o elo entre os dois eventos foi a necessidade de promover uma discussão literária e acadêmica a respeito do racismo estrutural e suas implicações na sociedade. “Entendemos que a Biblioteca é o espaço ideal para debater questões que fazem parte da história, como os fatos relacionados à cultura negra”, afirmou o bibliotecário, destacando que a programação contemplou ainda atividades de incentivo à leitura.

AUTORIA: Release da Ascom da FTC - Madalena de Jesus
Fotos




SEMINÁRIO SOBRE MULHERES NEGRAS INICIOU AS AÇÕES DO NOVEMBRO NEGRO NA UEFS


Publicado em: 22/11/2019 - 05:11:29

    “Quando uma mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”, essa frase de Angela Davis tem muito significado e pôde ser sentida no seminário temático “Mulheres Negras no curso de Pedagogia: dificuldades e aprendizagens”, promovido pelo colegiado de Pedagogia e o Carolinas, Diretório Acadêmico de Pedagogia. O mês de novembro é um período de enfatizar a luta antirracista no Brasil. O seminário que iniciou as atividades do Novembro Negro na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), ocorreu na terça-feira (5). A atividade levou um grande público ao auditório do módulo 7.
    Com intuito de promover a integração, conhecer as vivências na academia e das mulheres negras, a ação teve como palestrantes Thaís Neves da Paixão, graduanda do curso de Pedagogia, Maria Aparecida Rodrigues Rocha, formanda de Pedagogia, Aline de Jesus Barros, egressa e professora na Rede Municipal de Feira de Santana, e Sandra Nívia Soares de Oliveira, docente de Pedagogia e Pró-reitora de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (Propaae).
    Sandra Nívia discorreu sobre as dificuldades e aprendizagens dos professores e da própria universidade dentro do tema da atividade. De acordo com a pró-reitora, a universidade tem a capacidade de promover a reflexão do mundo. “Estar na universidade é ocupar um lugar de poder! Fico feliz quando escuto que ao entrar na academia pensam no curso de pedagogia e enquanto egressos da escola básica, refletem no que ela negou, também quando fazem a projeção, pensam em que professor querem ser para contribuir na formação de mulheres e homens do ensino básico”, defendeu.
    A formanda Ma
ria Aparecida, relatou que para o caminho trilhado até o final da graduação foram necessárias três coisas: fé, solidariedade e as políticas públicas. A discente, que participou de atividades de extensão e vivenciou os caminhos da academia, entende que a educação é uma ferramenta essencial e transformadora para todos. “As cotas não nos tornam inferiores, é uma oportunidade! Nós temos capacidade, fazemos as atividades e as mesmas provas que os não cotistas, se chegamos no final, mesmo com dificuldades, é porque de fato podemos”, defendeu ela sobre a necessidade de reparações históricas para transformações político-sociais.
    Para Joice Miranda de Jesus, discente do 2º semestre e integrante do Carolinas, o espaço se destina a dar vozes e reafirmar que as mulheres negras podem participar de todos os espaços na universidade. “O nosso principal objetivo é falar que as negras podem sim participar da universidade, terminar o curso e ter uma boa formação como as outras pessoas”, afirmou a estudante sobre a relevância do debate para além do momento, para toda o período da graduação.

AUTORIA: Release da Ascom UEFS



UEFS REALIZA AÇÃO DA FLIFS NA CASE MELO MATOS


Publicado em: 18/11/2019 - 20:11:44

    A Pró-reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Feira de Santana (Proex/Uefs) promoveu a ação da Feira do Livro (Flifs) na Comunidade de Atendimento Socioeducativo Juiz de Melo Matos. O evento que surgiu a partir do convite da Case, contou com atividades musicais e literárias.
    Durante o turno da manhã, ocorreram apresentações de artistas que já expõem seus trabalhos na Feira, entre eles o cordelista Romildo Alves, que declamou e distribuiu cordéis; e a professora Luciene Santos fez contação de histórias. No turno vespertino houve a oficina de isogravura, técnica contemporânea de impressão inspirada na xilogravura, ministrada por Luiz Natividade. Além dessas atividades, os jovens também mostraram o que produzem em torno da cultura, apresentações musicais foram realizadas pela manhã e tarde. Todos os internos FOTO: Proex/Uefsreceberem a doação de um livro voltado para o público infanto-juvenil.
    Cristiana Barbosa, analista universitária da Uefs, avaliou as atividades para crianças e adolescentes da Case como “uma experiência nova, bonita e comovente! É possível perceber a vulnerabilidade social do grupo que pertence às camadas populares, que são marginados, e tiveram a possibilidade de vivenciar a Flifs", defendeu ela sobre o impacto social do evento que ocorreu pela primeira vez no espaço.
    Outra Comunidade de Atendimento Socioeducativo beneficiada pela atividade foi a Zilda Arns, que recebeu a doação de 110 livros direcionados a educação dos internos.

AUTORIA: Release da Ascom UEFS
Fotos




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