Gravado no ano de 2001 em Salvador, o primeiro registro de estúdio do grupo baiano Matita Perê chega aos principais serviços de streaming de música no dia 30 de abril. Há 25 anos, o álbum Matita foi gestado no estúdio Som da Águas, sob os cuidados técnicos de Bráulio Villares e Ramos de Jesus, para ser o CD demo que condensaria sua proposta artística.
Copiado artesanalmente em mídias de CD e distribuído gratuitamente nos primeiros anos, o disco, com oito faixas, sete delas autorais, ganhou vida própria e o coração de ouvintes, fazendo com que o grupo decidisse, agora, por lançá-lo de forma oficial. O álbum ajudou a fidelizar um público para o Matita Perê, que também recebeu, por este trabalho, elogios de grandes artistas, como Wagner Tiso, Danilo Caymmi e Roberto Menescal.
Apesar de ter sido gravado em apenas dois dias e mixado na manhã do terceiro, Matita (2001) atingiu surpreendente qualidade musical. O álbum traz a energia sonora dos primeiros anos do grupo, formado, em julho de 1999, pelos compositores Borega e Luciano Aguiar. Com baião, samba e balada, o trabalho apontava, desde então, o caminho de complexidade harmônica e melódica que o Matita Perê, de forma natural, sempre trilhou, com o pé fincado nas raízes da música popular brasileira.
No estúdio, os matitas Borega e Luciano contaram, em todas as faixas, com músicos e amigos irmanados que, por anos, acompanharam o projeto: o baterista George Soares, o contrabaixista Augusto Júnior e o flautista João Liberato. Importante citar ainda a participação do percussionista Giba Conceição, que, por coincidência, apareceu no estúdio naqueles dias e acabou tocando cuíca e berimbau na faixa instrumental Samba dos Alfaiates da Misericórdia (Borega).
Abre o disco o baião Rosiana, parceria de Borega e Luciano Aguiar que evoca o universo da obra Grandes Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa. A canção, vale ressaltar, recebeu nova versão no, agora, segundo álbum oficial do grupo, Reino dos Encourados (2017), já com a participação do novo integrante, o compositor e maestro Rafael Galeffi, que chegou em 2014.
Também compõe o CD de 2001 outra parceria da dupla Borega e Luciano, Tão Longe e Tão Perto de Jobim, uma homenagem ao maestro soberano. Luciano Aguiar assina sozinho a mineira De Itajubá, Mão a Palmatória e o baião Triângulo, e Borega é responsável por outra faixa instrumental do CD, intitulada Budi.
Borega também é o arranjador do disco, que traz uma versão muito original para Só Louco (Dorival Caymmi) – única faixa de outro compositor que integra a obra e que contribuiu para aproximar os matitas de grandes músicos brasileiros já citados anteriormente, de quem eles são fãs.
SERVIÇO
Lançamento oficial do disco Matita, do grupo Matita Perê
Dia 30 de abril
AUTORIA: Release de divulgação do Matita Perê
CAMINHADA REALIZADA PELO IHEF MOBILIZA COLABORADORES EM CELEBRAÇÃO AO DIA MUNDIAL DA SAÚDE
Ação reforça a importância do autocuidado, da prevenção e do bem-estar
O Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Feira de Santana (IHEF), pertencente ao Grupo MEDDI, promoveu, no último dia 26 de abril, uma caminhada com seus colaboradores como parte das ações alusivas ao Dia Mundial da Saúde, celebrado no início do mês. A iniciativa reuniu profissionais da instituição em um momento de integração, incentivo à prática de atividades físicas e conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde.
Realizada em clima de descontração e engajamento, a ação reforçou o compromisso da empresa com a promoção do bem-estar não apenas dos pacientes, mas também de seus colaboradores. A caminhada foi escolhida por ser uma atividade acessível e inclusiva, capaz de envolver pessoas de diferentes perfis e níveis de condicionamento físico.
De acordo com Alan Brandão, diretor executivo do Grupo MEDDI, a proposta reflete os valores institucionais e à missão de promover cuidado integral para as pessoas. “Acreditamos que saúde vai muito além do diagnóstico e do tratamento. Ela começa na prevenção, nos hábitos diários, no movimento, na alimentação equilibrada e na conscientização sobre a importância do autocuidado. Por isso, essa mobilização com os nossos colaboradores tem como principal objetivo sensibilizar e inspirar cada pessoa a colocar a sua saúde como prioridade.”
A programação integra um conjunto mais amplo de iniciativas desenvolvidas pelo grupo ao longo do ano, voltadas à promoção da qualidade de vida no ambiente de trabalho. Entre elas estão campanhas de prevenção, ações de educação em saúde, treinamentos internos e programas de desenvolvimento humano.
Para Cecília Vaz, gerente de recursos humanos do IHEF, “ações como essa trazem um impacto muito positivo na integração das equipes de trabalho e fortalecimento dos valores institucionais.” Ela destaca ainda que estes momentos são fundamentais para promover junto ao colaborador uma consciência maior em relação ao cuidado com a própria saúde.
SOBRE O IHEF
O IHEF (Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Feira de Santana), foi fundado em 1983, objetivando proporcionar a todos os pacientes do estado da Bahia, diagnóstico e tratamentos das doenças do sangue. Após anos de atuação, o IHEF expandiu para as áreas de medicina laboratorial, diagnóstico por imagem, medicina nuclear, vacinas e banco de sangue, dando origem ao Sistema de Saúde IHEF, o mais completo serviço de saúde não hospitalar do interior da Bahia.
Desde 2014 é prêmio Top of Mind no segmento laboratorial em Feira de Santana e também vencedor do prêmio Benchmarking Bahia por duas vezes, na categoria Compliance, como o melhor laboratório do interior da Bahia. O IHEF Laboratório possui certificações de qualidade como a ISO 9001 e a Acreditação PALC.
AUTORIA: Release da Agência Comunicativa - Joérica Cunha / Thais Figueiredo
COQUETEL QUE CELEBRA FEIRAS LIVRES E SABERES FEMININOS COLOCA MIXOLOGISTA FEIRENSE ENTRE OS DESTAQUES DA COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DA CAMPARI
Heloisa Carli avança na Campari Bartender Competition com criação autoral que transforma ingredientes do semiárido e memórias do território em narrativa líquida.
A mixologista feirense Heloisa Carli, criadora e mente por trás da Tchim-Tchim Coquetelaria de Origem, avança na Campari Bartender Competition (CBC), uma das competições mais importantes do cenário global da coquetelaria, e apresenta, nesta nova etapa, o coquetel autoral “A Feira”.
Para esta fase da competição, Heloisa aposta em uma criação que é pura identidade: “A Feira” é uma homenagem líquida às feiras livres e, sobretudo, às mulheres que sustentam esses espaços de troca, cultura e economia.
Nascida e criada em Feira de Santana, cidade cujo próprio nome já remete à tradição comercial e de encontros, Heloisa transforma em sua proposta a vivência direta com o território. Sua pesquisa vai além da coquetelaria e mergulha nos saberes populares transmitidos por gerações de mulheres: feirantes, doceiras, ganhadeiras e guardadoras de ofícios que atravessam o tempo. Essa mesma investigação é a base de seu trabalho à frente da Tchim-Tchim, iniciativa local que reposiciona o ofício do bartender ao aproximá-lo de ingredientes regionais, práticas sustentáveis e referências culturais profundas.
A criação apresentada na competição é uma garrafada aromática que traz semente de coentro tostada, capim-limão, alfazema e laranja, em perfeito diálogo com o amargor característico do Campari. Para finalizar, uma guarnição comestível que resgata a memória afetiva dos doces de tabuleiro: uma cocada de rapadura perfumada com azeite e amêndoas de licuri, ingrediente símbolo do semiárido baiano. Mais do que uma execução técnica impecável, o coquetel “A Feira” se apresenta como uma construção narrativa que conecta coquetelaria, cultura popular e identidade regional. Para Heloisa, a trajetória na competição já carrega um significado maior do que qualquer colocação.
“Independente do resultado da competição, eu fico feliz em ser fiel à minha verdade e à minha expressão artística e em colocar Feira de Santana em um cenário internacional. Esse trabalho nasce da minha vivência, do lugar de onde eu venho e das mulheres que me atravessam. Estar aqui já é, pra mim, uma forma de reconhecimento.”
Com esse avanço, Heloisa se consagra como a primeira feirense a alcançar essa fase na competição internacional, levando para o cenário global uma coquetelaria que se entende como linguagem cultural, acessível e profundamente enraizada.
Para conferir o vídeo promocional que apresenta os bastidores e a inspiração por trás da criação, assista ao conteúdo exclusivo no perfil da profissional:
Serviço
- Coquetel que celebra feiras livres e saberes femininos coloca mixologista feirense entre os destaques da competição internacional da Campari
- Instagram: @brindecomtchimtchim
- Contato para imprensa: (75) 98210-0631 - Juliana Vital
AUTORIA: Release de Juliana Vital
Fotos
FLIFS 2026 PROMETE A MAIOR EDIÇÃO DE SUA HISTÓRIA NO CENTRO DE CONVENÇÕES DE FEIRA DE SANTANA
Maior evento literário do interior baiano ocupará 23 mil m² com estrutura inédita para público e autores.
A maior festa da arte e literatura do interior da Bahia vai ocupar um novo endereço em Feira de Santana. Na tarde desta quinta-feira, 16, a comissão organizadora do Festival Literário de Feira de Santana (FLIFS) se reuniu pela primeira vez no Centro de Convenções, local que sediará a 19ª edição do evento. A mudança de espaço representa um salto na estrutura e na experiência do público, que contará com mais conforto, segurança e amplitude.
Com área total de 23 mil metros quadrados, o Centro de Convenções receberá o FLIFS de 25 a 30 de agosto de 2026. A estrutura montada para os expositores constará de: 90 unidades, seis palcos tablados, 26 toldos, um teatro com 665 lugares e dois auditórios, além de salas para realização de oficinas formativas. A nova configuração permitirá ampliar a programação e descentralizar as atividades, oferecendo espaços simultâneos para lançamentos de livros, mesas literárias, apresentações artísticas e atividades infantis.
Durante a reunião, a comissão debateu temas como o lançamento da arte oficial da edição 2026 e a programação do FLIFS Itinerante, que antecede o festival levando ações literárias a diferentes pontos da cidade. Os preparativos já estão em andamento, e a expectativa é de que o novo espaço impulsione ainda mais o alcance do evento, consolidando Feira de Santana como um polo literário de relevância nacional.
A coordenadora do FLIFS, Cristiana Oliveira, destacou a importância e o desafio de ocupar um espaço tão grandioso pela primeira vez. “É uma alegria e também um grande desafio levar o FLIFS para um espaço da magnitude do Centro de Convenções. Estamos falando de 23 mil metros quadrados, o que exige um planejamento cuidadoso para que cada canto respire literatura. Mas esse movimento é essencial para proporcionar mais conforto, segurança e fluidez ao público, que cresce a cada edição. Queremos que as pessoas circulem livremente, descubram novos autores e vivam o festival de forma plena. O FLIFS amadureceu e merece um palco cada vez maior”, afirma.
Em breve, mais novidades sobre a programação, convidados e atividades serão divulgadas. Acompanhe as redes sociais oficiais do evento e fique por dentro de tudo que vem por aí.
https://www.instagram.com/flifsoficial/
Serviço
O quê: 19ª edição do Festival Literário de Feira de Santana (FLIFS)
Tema: Feira é o mundo
Quando: 25 a 30 de agosto de 2026
Onde: Centro de Convenções de Feira de Santana
Informações: https://www.instagram.com/flifsoficial/
Informações para a Imprensa:
Juliana Vital
Jornalista - DRT 4357/BA
WhatsApp: 075)988425132
Comissão Organizadora 2026
Festival Literário e Cultural de Feira de Santana
(75)3161-8026/8255
@flifsoficial
AUTORIA: Release da Ascom da UEFS - Juliana Vital - Fotos: Divulgação
Fotos
MÊS DE ABRIL O TEATRO DO CENTRO DE CONVENÇÕES DE FEIRA DE SANTANA REÚNE MÚSICA, TEATRO, E GRANDES ENCONTROS CULTURAIS
A programação de abril no Teatro e Centro de Convenções de Feira de Santana celebram a diversidade artística com espetáculos que valorizam a música nordestina, o teatro feirense e grandes encontros entre artistas e público. Confira a agenda completa e garanta seu ingresso.
- 9 de abril | 20h (quinta-feira)
Canindé – Nossas Histórias
O cantor e compositor Canindé celebra 25 anos de carreira com um show que mistura cotidiano, amor e paisagens nordestinas em um repertório sensível e conectado à música popular brasileira.
Ingressos gratuitos: https://www.sympla.com.br/evento/caninde-nossas-historias/3369340
- 12 de abril | 15h (domingo)
Unidos Pelo Samba
A tradicional roda de samba do Unidos pelo Samba ocorre novamente no estacionamento do Centro de Convenções de Feira de Santana com muito samba de raiz. Reunindo sambistas, músicos e admiradores que reconhecem o samba como expressão artística, afetiva e social.
Ingressos R$ 10 e R$ 20: https://ingressosimples.com.br/evento-735-roda-de-samba-do-unidos-pelo-samba
- 17 de abril | 19h30 (sexta-feira)
Asa Filho - Apelos & Canções
cantor e compositor Asa Filho apresenta o show “Apelos & Canções”, que marca o lançamento do seu novo livro e celebra 45 anos de carreira. O espetáculo reúne canções autorais e homenagens, revisitando memórias do sertão, da infância em Tiquaruçu e das transformações entre o rural e o urbano. O show tem participações de Cescé Amorim, Camila Pereira e Fabrício Barreto, Ao final, o público participa de uma sessão de autógrafos com entrega do livro.
Acesso ao livro e ao show: R$25 https://www.sympla.com.br/evento/apelos-cancoes-show-de-lancamento/3365746
- 19 de abril | 10h (domingo)
Mulheres Que Fazem Arte
No dia 19 de abril, das 10h às 16h, o pátio do Centro de Convenções de Feira de Santana recebe a feira de economia criativa Mulheres Que Fazem Arte, realizada em parceria com a ONG FSA Invisível. O evento reúne 55 expositoras e e se encerra ao som do grupo de samba Quixabeira da Matinha
Entrada franca.
- 21 de abril | 19h (terça-feira/ feriado de Tiradentes)
Akoko Lati Wa Ni: É de Feira – homenagem ao teatro feirense
Com reapresentação do espetáculo Akoko Lati Wa Ni – Tempo de Ser, dirigido por Onisajé, o evento celebra a força do teatro local e inclui bate-papo sobre os caminhos que levaram a obra ao reconhecimento nacional.
Ingressos gratuitos: https://www.sympla.com.br/evento/e-de-feira-uma-homenagem-ao-teatro-feirense/3369359
- 23 de abril | 20h (quinta-feira)
Forró e Causos com Neném do Acordeon
O forrozeiro Neném do Acordeon apresenta um espetáculo que une música e histórias bem-humoradas sobre a vida na estrada, celebrando o forró tradicional de Luiz Gonzaga.
Ingressos gratuitos: https://www.sympla.com.br/evento/forro-e-causos/3369376
- 24 de abril | 20h (sexta-feira)
ARROCHA – aceita esse musical que dói menos
A comédia musical estreia em Feira de Santana com histórias de amor intensas embaladas por clássicos do arrocha, gênero popularizado por artistas como Pablo e Silvano Salles.
Ingressos gratuitos: https://www.sympla.com.br/evento/arrocha-aceita-esse-musical-que-doi-menos/3369439
- Estes eventos integram a programação de abril do Teatro e Centro e Convenções de Feira de Santana e contam com o apoio Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) e Diretoria de Espaços Culturais.
AUTORIA: Release da Ascom do Tetro do Centro de Convenções de Feira de Santana- João França
“FEIRA LÊ SUA HISTÓRIA” CHEGA À BANCA STATUS EM FRENTE AO EMEC
A Fundação Senhor do Passos vem há alguns anos desenvolvendo um trabalho hercúleo para preservar a história de Feira de Santana através dos diversos registros existentes que consegue encontrar. Com um acervo já respeitável, agora cuida de possibilitar a acesso do público em geral às publicações, vídeos e áudios, recuperados e editados competentemente.
O projeto “FEIRA LÊ SUA HISTÓRIA” chega à BANCA STATUS em frente ao EMEC, a primeira banca de jornais e revistas a receber o projeto na manhã dessa quinta-feira (02/04/2026). Promovido pela Fundação Senhor dos Passos, este projeto constitui uma iniciativa de relevante valor cultural, educativo e social para o município de Feira de Santana, ao disponibilizar, por meio de expositores distribuídos em diversos pontos estratégicos da cidade, obras publicadas pela própria Fundação e pelo Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino.
O projeto “Feira lê sua história” justifica-se como uma ação estratégica de promoção cultural, educação patrimonial e difusão do conhecimento, contribuindo para que a história de Feira de Santana seja conhecida, valorizada e preservada por sua própria comunidade. Trata-se de um investimento na memória coletiva e na construção de uma cidadania mais consciente de suas raízes e de seu papel na continuidade dessa história.
AUTORIA: Release da Ascom da Fundação Sr do Passos - Ângelo Pinto
MOSTRAÊ 6ª EDIÇÃO NOS DIAS 24,25,26/04 NO OUTBECO NA FRAGA MAIA
O empreendimento criado por Yasmim Alves Lima que reune artesãos, artistas e pequenos produtores, oferece ao público uma diversidade de produtos feitos com identidade, cuidado e história. em sua 6ª Edição, no Outbeco da Avenida Fraga Maia.
O Mostraê nasceu do desejo de valorizar o trabalho autoral, o fazer manual e a criatividade de empreendedores locais. Mais do que uma feira, é um espaço de encontro, inspiração e fortalecimento da economia criativa.
Reunindo artesãos, artistas e pequenos produtores, o Mostraê apresenta ao público uma diversidade de produtos feitos com identidade, cuidado e história. Cada peça exposta carrega o talento e a dedicação de quem acredita no poder do trabalho feito à mão.
Entre os estandes é possível encontrar produtos artesanais, gastronomia afetiva, moda autoral e itens criativos que traduzem cultura, sensibilidade e originalidade.
Mais do que comercializar produtos, o Mostraê busca criar conexões, valorizar talentos e espalhar inspiração. Cada edição é pensada para proporcionar uma experiência acolhedora, onde público e expositores compartilham histórias, ideias e muito afeto.
A feira foi idealizada por Yasmine Alves, que acredita na força do empreendedorismo criativo e no impacto positivo que iniciativas colaborativas podem gerar na comunidade. Com esse olhar sensível, o Mostraê se consolida como um espaço de valorização do talento local e de celebração da criatividade.
Porque no Mostraê, não comercializamos apenas produtos espalhamos inspiração e muito amor no que fazemos.
SERVIÇO:
Mostraê 6° Edição
Dias 24/25/26 de Abril
Local: OUTBECO na Fraga Maia
Entrada 1kg de Alimento
AUTORIA: Release da Ascom do Evento
ASA FILHO LANÇA OBRA "APELOS & CANÇÕES" COM SHOW INÉDITO NO TEATRO DO CENTRO DE CONVENÇÕES EM 17 DE ABRIL
O Mestre de Cultura Popular Asa Filho, feirense com berço ali em Tiquaruçu, tem dedicado sua vida ao engrandecimento da cultura popular e de raiz sertaneja e nordestina, estando neste mês de abril, lançando um livro (Apelos & Canções) em um show, com muitas participações, em um dos espaços mais importantes de nossa cidade.
O cantor, compositor e Mestre de Cultura Popular Asa Filho apresenta, no dia 17 de abril, às 19h30, o show inédito Apelos & Canções, que marca o lançamento do livro homônimo. O evento acontece no Teatro do Centro de Convenções de Feira de Santana, e os ingressos, disponíveis pela Sympla, garantem ao público um exemplar da obra. Clique aqui e adquira.
Com direção musical de Neném do Acordeon e participações de Cescé Amorim, Camila Pereira e Fabrício Barreto, Asa Filho convida o público a embarcar em uma viagem musical, tomando lugar na garupa do tempo para revisitar a infância saudosa em Tiquaruçu, repensar as tensões entre o urbano e o rural e celebrar a força da cultura popular que sustenta a identidade de Feira de Santana, a Princesa do Sertão.
Com cenário assinado por Simone Rasslan e figurino de Gui Almeida, o espetáculo reúne canções autorais que entrelaçam memórias individuais e coletivas, emoções e desafios que ajudam a traduzir o cotidiano do povo do sertão da Bahia.
Ao final da apresentação, o público é convidado para uma sessão de autógrafos, em que o livro Apelos & Canções se integra à experiência do espetáculo como uma extensão da obra. O projeto tem patrocínio do Café 2 de Julho e GMF Distribuidora e do Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda, com apoio do Laboratório Análise e Empresa São João.
AUTORIA: Release da Agência Mangalô - João França
“CADÊ AS LÁGRIMAS DO MUNDO?”: GILSAM LANÇA “PALESTINA EM NÓS” COMO UM GRITO DE HUMANIDADE EM TEMPOS DE GUERRA GLOBAL
Em seu novo single, o cantor e compositor Gilsam utiliza a música como ferramenta de denúncia e acolhimento, transformando o luto do povo palestino em um espelho das dores do mundo moderno.
O mundo parece ter se acostumado com o som das explosões. Entre notificações de redes sociais e índices de bolsas de valores, a tragédia humana muitas vezes acaba reduzida a estatísticas ou debates ideológicos acalorados. É nesse cenário de anestesia coletiva que o cantor Gilsam lança seu mais novo single, "Palestina em Nós", uma obra que transcende o entretenimento para se tornar um manifesto de compaixão.
A Alma da Canção: Quando a Terra se Torna Luto
A letra de "Palestina em Nós" não pede licença para emocionar. Gilsam utiliza a poderosa metáfora da "Mãe Terra" que chora ao ver seus filhos partirem. Não se trata apenas de um conflito territorial; é uma dor visceral, onde o solo que deveria nutrir a vida acaba servindo de sepultura precoce.
"A máquina de guerra enterra filhos e filhas como se fosse destino, só terra, prédios e o povo palestino", canta Gilsam, expondo a desumanização das vítimas.
A canção toca na ferida aberta da indiferença. O refrão, um questionamento que ecoa como um martelo na consciência global, pergunta: “Cadê as lágrimas do mundo?”. É um apelo direto à empatia que parece ter se esgotado em meio ao fluxo incessante de informações.
O Contexto: Um Conflito sem Fim e a Crise Global
Desde o recrudescimento dos conflitos armados na região, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia tornaram-se palcos de uma das maiores crises humanitárias do século XXI. Dados de organizações internacionais apontam para milhares de mortos, hospitais em colapso e uma infraestrutura devastada. Mas Gilsam vai além do recorte geográfico.
Ao falar da "Palestinidade em nós", o artista conecta o sofrimento do povo palestino à resistência das periferias globais. Ele traça um paralelo com o momento atual, onde o mundo assiste a uma escalada de tensões não apenas bélicas, mas econômicas.
• Guerra de Tarifas e Economia: Enquanto mísseis cruzam céus em diferentes continentes, "guerras econômicas" impostas por altas tarifárias e bloqueios comerciais estrangulam nações em desenvolvimento, gerando fome e desespero silenciosos.
• Conflitos Bélicos em Expansão: Da Europa Oriental ao Oriente Médio, a "máquina de guerra" citada por Gilsam parece operar em potência máxima, priorizando o lucro da indústria armamentista em detrimento da vida humana.
Uma Abordagem Reflexiva: O Sagrado sob Escombros
A música traz uma angústia existencial profunda ao questionar: "Se a terra é divina, cadê minha Palestina?". Gilsam toca no ponto crucial da perda do solo sagrado e da tentativa de apagamento de uma história milenar.
Os sentimentos expressos são uma mistura de indignação e solidariedade transversal. A música sugere que a dor palestina é a dor de qualquer um que já se sentiu marginalizado ou esquecido pelo sistema. É um convite à sensibilidade humana: reconhecer no "outro" o mesmo desejo de paz, de casa e de comunhão.
- Onde ouvir "Palestina em Nós"
Você pode encontrar a obra de Gilsam nas principais plataformas digitais. Clique nos links abaixo para ouvir e salvar na sua biblioteca musical:
Spotify - https://open.spotify.com/intl-pt/album/7egUyjeFHrYKmlTAzjHLcq
Deezer - https://www.deezer.com/br/album/883544982
Apple Music - https://music.apple.com/us/album/palestina-em-n%C3%B3s-single/1864344005
Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=NtLOaXpgKMY
AUTORIA: Release da TDL - Assessoria de Comunicação e Mídia - Emerson Azevedo