FLIFS 2026 É LANÇADO COM GRANDE PÚBLICO E NOVIDADES COMO CONECTADOS E NOVO ESPAÇO NO CENTRO DE CONVENÇÕES
Solenidade no Sesc Feira de Santana marcou abertura da 19ª edição do festival, que acontece em agosto com programação diversificada e homenagens a símbolos culturais da cidade.
A 19ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS) foi lançada oficialmente na noite desta quarta-feira (8), no Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana, com grande presença de público, artistas, parceiros institucionais e imprensa. O evento ocorrerá entre 25 e 30 de agosto no Centro de Convenções da cidade, traz o tema "Feira é o Mundo" e, entre as novidades, o Conectados, espaço inédito voltado para o público jovem com atividades como Momento Cosplay e mesa sobre cultura pop e literatura.
A solenidade reuniu um grande público para uma programação que incluiu visita mediada à exposição "O Chamado da Rua: Poéticas do Bando", cerimônia de abertura e show da Quixabeira da Matinha. O evento marcou o início da contagem regressiva para o festival, que completa 19 anos de história em 2026 como a primeira feira literária da Bahia e ocupa pela primeira vez o Centro de Convenções, ampliando sua capacidade de acolhimento.
A Pró-Reitora de Extensão da UEFS, Taíse Bomfim, destacou a importância do tema e da nova estrutura. "Feira é o Mundo é mais do que um tema; é um reconhecimento da potência cultural da nossa cidade. O FLIFS cresceu, e o novo espaço no Centro de Convenções nos permite ampliar o alcance da programação e receber cada vez melhor o público que nos acompanha há quase duas décadas. Seguimos firmes no compromisso com a democratização do livro, da leitura e da cultura."
A coordenadora do FLIFS, Cristiana Oliveira, reforçou a potência simbólica da edição 2026. "O FLIFS sempre foi um território de encontro, e o tema 'Feira é o Mundo' traduz exatamente isso: a diversidade, o movimento e a força criativa da nossa cidade. Neste ano, a escolha de Maria Quitéria e Lucas da Feira como ícones da identidade visual, ao lado das outras homenagens, reafirma o compromisso do festival com a memória e com as lutas contemporâneas. Estamos em um novo espaço, com uma programação que dialoga com diferentes públicos e linguagens, mas mantendo a essência que nos move há 19 anos: formar leitores, valorizar nossa cultura e celebrar a literatura como ferramenta de transformação social."
A abertura da exposição "O Chamado da Rua: Poéticas do Bando" integrou a programação de lançamento. Em cartaz no Centro Cultural Sesc Feira de Santana, a mostra reúne oito artistas em homenagem ao Bando Anunciador, uma das mais importantes manifestações populares da cidade. O público presente pôde visitar a exposição em visita mediada, conhecendo de perto as obras que celebram a festa popular como espaço de pertencimento, resistência e criação coletiva.
A mostra reúne trabalhos dos artistas Charles Mendes, Davi Rodrigues, Elis Santos, Felipe Alaido, Hortência Sant'Ana, Matheus Chão de Palha, Siddhartha Gautama e Simone Rasslan. A curadoria é de Tina Melo e a expografia de Yohanna Marie.
Um dos pilares da 19ª edição é a homenagem a símbolos culturais da cidade, com destaque para as figuras históricas de Maria Quitéria e Lucas da Feira, além de aspectos da paisagem cultural local, revelando conexões entre passado, presente, oralidade e patrimônio. O festival também batiza o espaço da Flifinha com o nome da Companhia Cuca de Teatro, em reconhecimento aos 28 anos de trabalho do grupo dedicado à infância e juventude, e homenageia a cantora feirense Márcia Porto e a dupla de repentistas Dadinho e Caboquinho, respectivamente Palco e Praça do Cordel.
A identidade visual foi concebida pelo artista e ilustrador feirense Sidarta Gautama, também expositor na mostra. A criação une tradição e contemporaneidade ao promover o diálogo entre a xilogravura e a Pop Art, tendo o Anel de Contorno como símbolo da cidade e de suas conexões globais.
Destaques da programação
Entre os destaques da programação estão as conversas com os escritores Xico Sá, Luis Antonio Simas, Ryane Leão, Thalita Rebouças e o jornalista e escritor Jessé Souza, além da mesa "Feira de Santana no cinema de Olney São Paulo". A programação musical conta com shows de Maryzélia convida Roberta Sá, Asa Filho, Dionorina, Agnes Nunes e o projeto 80 na Pista, além do Festival de Violeiros e da apresentação do grupo Forró e Vinho na Praça do Cordel.
O Conectados, voltado para o público jovem, oferece Momento Cosplay, com desfile e apresentações, e mesa sobre cultura pop e literatura, ampliando o diálogo com as juventudes e suas múltiplas linguagens.
O FLIFS também reserva espaço para a formação de novas gerações de leitores, com a programação da Flifinha, batizada como Espaço Companhia Cuca de Teatro, que inclui contação de histórias, espetáculos infantis, sarau literário com artistas e escritores mirins, e atividades brincantes. A Praça do Cordel Dadinho e Caboquinho reúne recitais de cordel, repente e saraus.
Sobre o FLIFS
O Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS), reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia, é um dos maiores eventos literários do estado. Realizado anualmente desde 2007, promove o livro, a leitura e as diversas manifestações culturais, com destaque para a formação de novas gerações de leitores, contação de histórias, cordel, oficinas, lançamentos de livros e apresentações musicais. Foi a primeira feira literária da Bahia e completa 19 anos de história em 2026.
A realização é da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e do Sesc Feira de Santana. A organização conta com a parceria da Arquidiocese de Feira de Santana, Prefeitura Municipal de Feira de Santana, Secretaria Estadual de Educação (NTE 19), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Instituto Federal da Bahia (IFBA) Campus Feira. O patrocínio é da Câmara Municipal de Feira de Santana e da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O apoio é da Fundação Pedro Calmon e do Estado da Bahia.
Serviço
O quê: 19ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS)
Tema: Feira é o Mundo
Quando: 25 a 30 de agosto de 2026
Onde: Centro de Convenções de Feira de Santana
Mais informações: @flifsoficial (Instagram)
Exposição O Chamado da Rua: Poéticas do Bando
Local: Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana
Entrada gratuita
- Informações à imprensa:
Juliana Vital
Jornalista – DRT 4357/BA
WhatsApp: (75) 98842-5132
Comissão Organizadora 2026
Festival Literário e Cultural de Feira de Santana
(75)3161-8026/8255
@flifsoficial
AUTORIA: Release da Ascom da UEFS - Juliana Vital
FEIRA DE SANTANA SEDIA MAIOR SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA COMISSÃO ESPECIAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS SOBRE O NOVO MEI E SIMPLES NACIONAL
Presença expressiva de lideranças empresariais e parlamentares em evento no Centro de Convenções, fortalece protagonismo do município.
Feira de Santana passou a ocupar, nesta quarta-feira (9), um lugar de destaque em uma das discussões mais importantes para o empreendedorismo brasileiro. O município sediou o maior Seminário Novo Enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI) e a Atualização do Simples Nacional.
Promovido pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados responsável pela análise do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2021, por requerimento do deputado federal Zé Neto, o evento reuniu parlamentares, representantes de entidades empresariais, especialistas, gestores públicos e centenas de empresários em torno da construção de propostas que poderão influenciar a nova legislação voltada aos pequenos negócios no país.
O principal objetivo foi ampliar a escuta da sociedade antes da conclusão do relatório da Comissão Especial. As contribuições debatidas em Feira de Santana passarão a integrar uma carta institucional que será encaminhada ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, reunindo sugestões para o aperfeiçoamento do projeto.
“Debatemos o interesse da economia nacional. Vamos integrar uma carta ao Governo Federal e ao Congresso resultante do maior debate do país sobre este tema, com os diversos pontos discutidos aqui. Tivemos forças unidas, independentemente das diferenças ideológicas, construindo propostas para fortalecer o empreendedorismo brasileiro”, destacou Zé Neto.
Um pleito que nasceu em Feira
A realização do seminário no município resultou de uma articulação construída pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana junto ao deputado Zé Neto, consolidando a pauta defendida pelo setor produtivo durante as edições da Missão Brasília, que propôs discussão ampla do tema. A iniciativa levou empresários feirenses à capital federal para apresentar demandas diretamente a parlamentares, ministros e representantes do Governo Federal.
Para o presidente da CDL Feira, Juscelino Brito, a realização do encontro representa o reconhecimento da importância econômica da cidade e da força do empresariado local nas discussões nacionais. “Hoje vivemos um momento histórico, que pode contribuir para uma legislação mais moderna, mais justa e mais compatível com a realidade das micro e pequenas empresas brasileiras”, afirmou.
Ao agradecer o apoio do deputado Zé Neto pela viabilização do evento e do relator da Comissão Especial, deputado federal Jorge Goetten, pela disposição em ouvir o setor produtivo, Juscelino também destacou a união das entidades empresariais e o apoio institucional da Prefeitura de Feira de Santana e do Governo do Estado para fortalecer o movimento.
Contribuições para o relatório
Relator do PLP 108/2021, o deputado federal Jorge Goetten classificou o encontro realizado em Feira de Santana como o mais expressivo entre todos os promovidos pela Comissão Especial nos estados brasileiros. “Essa foi uma das escutas mais relevantes que realizamos. Tivemos casa cheia, grande participação de lideranças e recebemos sugestões muito qualificadas, que vão contribuir significativamente para aprimorar o relatório”, afirmou.
O parlamentar explicou que a proposta em discussão prevê a atualização dos limites de faturamento do MEI, atualmente em R$ 81 mil anuais, para até R$ 140 mil, além da possibilidade de contratação de um segundo empregado. O projeto também trata da atualização dos limites do Simples Nacional, sem reajuste há vários anos. Durante a mesa técnica, especialistas e representantes de entidades apresentaram propostas voltadas ao aperfeiçoamento do ambiente de negócios. Entre as contribuições apresentadas, o consultor empresarial Glício Oliveira defendeu medidas como a atualização dos limites de enquadramento de acordo com a inflação acumulada, a simplificação da apuração tributária e a segregação do faturamento por CNPJ, propostas que, segundo ele, podem ampliar a capacidade de crescimento dos pequenos negócios e estimular a geração de emprego e renda.
Para o vice-presidente da CDL Feira, Luís Mercês, o seminário proporcionou uma oportunidade inédita para que empresários apresentassem diretamente ao relator da proposta as dificuldades enfrentadas diariamente. “Foi um movimento de cidadania. Tivemos a oportunidade de mostrar que essas atualizações precisam deixar de depender de longos intervalos e acompanhar a realidade econômica do país para ‘salvarmos o varejo’. O relator ouviu o setor produtivo e saiu comprometido com esse debate.”
O seminário reuniu representantes de entidades empresariais, instituições públicas e lideranças políticas das esferas municipal, estadual e federal. Participaram do encontro dirigentes da CDL Feira de Santana, CDL Salvador, FCDL Bahia, CNDL, FACEB, Sebrae, Fenacon, Abrint, Aberc, ACEFS, Sicomércio e CIFS, além de representantes do Governo do Estado, da Prefeitura de Feira de Santana, vereadores do município e dos deputados estaduais Robson Almeida e Ângelo Almeida, reforçando o caráter amplo e suprapartidário da discussão em torno do fortalecimento dos micro e pequenos negócios brasileiros.
Ao final do encontro, ficou consolidado o compromisso de transformar as contribuições apresentadas em Feira de Santana em um documento institucional que servirá de subsídio para a elaboração do relatório final da Comissão Especial.
AUTORIA: Release da Notre Comunicação - Orisa Gomes
GOVERNO DA BAHIA REABRE O TEATRO DONA CANÔ, EM SANTO AMARO, APÓS REQUALIFICAÇÃO DE MAIS DE R$ 3 MILHÕES
As obras de requalificação contemplaram a recuperação e a modernização da infraestrutura do Teatro Dona Canô, com intervenções voltadas à melhoria dos ambientes internos, renovação dos sistemas cênicos de iluminação e sonorização, climatização e adequação dos espaços às normas de acessibilidade e segurança. As ações visam garantir melhores condições para a realização de espetáculos, atividades formativas e demais iniciativas culturais.
O Governo da Bahia reabriu, nesta quinta-feira (2), o Teatro Dona Canô, em Santo Amaro, no Recôncavo Baiano. Administrado pela Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), o equipamento cultural volta a receber o público após obras de requalificação e modernização que receberam investimento superior a R$ 3,3 milhões, sendo R$ 1,2 milhões provenientes da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), ampliando as condições para a realização de espetáculos, ações formativas e demais atividades culturais.
A cerimônia de reabertura contou com a presença de autoridades como o governador do Estado, Jerônimo Rodrigues, o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, representantes da comunidade cultural e moradores da região. A entrega foi marcada por uma programação especial com apresentações da Associação de Capoeira Raizes e Estilo, Nicinha do Samba, Filarmônica Filhos de Apolo, Carol Soares e J. Velloso.
"Espero que este palco receba muitos artistas consagrados, como Caetano Veloso e Roberto Mendes, mas também pessoas que estão começando a carreira e que poderão surgir a partir de um espaço com essa qualidade. Espero também que as escolas municipais, estaduais e particulares utilizem este teatro, sem qualquer tipo de preconceito", celebrou o governador.
Inaugurado em 14 de setembro de 2001, o Teatro Dona Canô, que carrega em seu nome uma das personalidades mais simbólicas da cultura baiana, é um dos principais equipamentos culturais do Recôncavo. Com capacidade para 254 espectadores, o espaço conta com sala de espetáculos, foyer e desenvolve uma gestão participativa em diálogo com artistas, produtores, escolas e instituições de ensino da região. Em sua primeira década de funcionamento, o teatro recebeu mais de 850 eventos e cerca de 250 mil espectadores, consolidando-se como referência para a difusão das diferentes linguagens artísticas no território.
Para o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, a reabertura reafirma o compromisso do governo com a valorização da cultura e o fortalecimento da produção artística em todos os territórios do estado.
“Santo Amaro é uma grande usina de talentos. É um lugar que produz artistas nas diversas expressões da arte e da cultura. Queremos que o Teatro Dona Canô seja um espaço aberto, livre e diverso, como sempre foi a acolhedora casa de Dona Canô”, destacou o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro.
Representante da comunidade cultural de Santo Amaro, Luana Brito destaca que o Teatro Dona Canô faz parte da trajetória de muitos artistas da cidade e representa um espaço de transformação social.
"Sou fruto das políticas públicas de cultura e da educação. Cresci em Santo Amaro, encontrei na cultura um caminho para transformar a minha vida e hoje trabalho levando arte para pessoas em situação de vulnerabilidade. Ver esse espaço reaberto é reafirmar que essa casa pertence aos artistas, aos quilombolas, às comunidades rurais, à juventude negra e a toda a população de Santo Amaro”, declarou.
INTERVENÇÕES - As obras de requalificação contemplaram a recuperação e a modernização da infraestrutura do Teatro Dona Canô, com intervenções voltadas à melhoria dos ambientes internos, renovação dos sistemas cênicos de iluminação e sonorização, climatização e adequação dos espaços às normas de acessibilidade e segurança. As ações visam garantir melhores condições para a realização de espetáculos, atividades formativas e demais iniciativas culturais.
“O Recôncavo Baiano e Santo Amaro têm uma potência, uma energia, uma capacidade criativa que é histórica e ancestral e o Teatro Dona Canô sempre compôs esse cenário de diversidade cultural. Hoje, com essa reabertura, a gente viu tudo isso nesse palco, nessa sala principal que se iluminou com a diversidade cultural dessa terra no 2 de julho, que inclusive faz parte da história do Recôncavo e de Santo Amaro, mostrando que a resistência cultural do nosso povo da Bahia e do Brasil também nasceu nesse chão”, ressalta a superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura da SecultBA, Amanda Cunha.
Entre os serviços executados estão a recuperação do foyer, sala de espetáculos e palco, revisão do painel acústico e do circuito elétrico, manutenção das poltronas e das portas de emergência, implantação de um novo sistema de climatização, instalação de novas bancadas nos camarins e adequação paisagística da área externa.
AUTORIA: Release da Ascom Cultural - Estado da Bahia
MARIA QUITÉRIA: DO PASSADO HEROICO ÀS BANDEIRAS DO PRESENTE NO FLIFS 2026
Figura histórica de Feira de Santana é homenageada na identidade visual do festival como referência de luta e representatividade feminina
Neste 2 de Julho, data que marca a consolidação da Independência do Brasil na Bahia, o Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS) destaca a figura de Maria Quitéria como um dos ícones da 19ª edição do evento. A heroína, filha de Feira de Santana e primeira mulher a sentar praça em uma unidade militar no Brasil, integra a identidade visual do festival ao lado de Lucas da Feira, como parte da homenagem a símbolos que representam a força e a história da cidade.
A escolha de Maria Quitéria para compor a identidade visual do FLIFS 2026, que tem como tema "Feira é o Mundo", celebra a bravura, o pioneirismo e a resistência da mulher sertaneja. Mais do que resgatar o passado, a homenagem conecta a história de Feira de Santana ao protagonismo e às lutas sociais atuais, especialmente no que se refere à representatividade feminina. A coordenadora do FLIFS e historiadora, Cristiana Oliveira, explica que Maria Quitéria encarna valores diretamente associados à cidade de Feira de Santana. "Maria Quitéria encarna valores que a gente pode associar à própria cidade de Feira de Santana, no sentido de bravura e resistência. O sertanejo ou a sertaneja é, antes de tudo, um forte. A determinação de Quitéria em cortar os cabelos, vestir a farda do cunhado, adotar um nome de homem e ir para as trincheiras da Independência da Bahia reflete esse espírito de povo batalhador que Feira de Santana e o povo baiano têm em todo o seu processo de formação histórica", afirma.
A identidade visual do FLIFS 2026 foi concebida pelo artista e ilustrador feirense Sidarta Gautama, conhecido por trabalhos de caricatura, design e publicidade. A criação une tradição e contemporaneidade ao promover o diálogo entre a xilogravura e a Pop Art.
Pioneirismo e vanguarda
Outro aspecto destacado por Cristiana Oliveira é o pioneirismo de Maria Quitéria, que rompeu barreiras ao se tornar a primeira mulher a servir em uma unidade militar no Brasil. "Maria Quitéria é reconhecida como a primeira mulher a integrar o Exército Brasileiro. Ela representa uma terra que sempre se orgulhou de sua vanguarda econômica, cultural e política do interior do estado. Ao assumir esse compromisso de luta pela Independência do Brasil na Bahia, ela apresenta também esse elemento de vanguarda de se colocar na infantaria das lutas cotidianas", ressalta.
A coordenadora também enfatiza o papel de Maria Quitéria como símbolo contemporâneo. "Ela não é apenas uma figura militar do século XIX, mas se torna bandeira de lutas da contemporaneidade. Ela é uma referência histórica dentro da construção dos femininos e do ser mulher, ser mulher sertaneja", destaca.
A presença de Maria Quitéria na identidade visual do FLIFS também reforça o compromisso do festival com a preservação da memória histórica e com a pauta da representatividade. O evento, que ao longo de 19 edições já trouxe discussões centrais sobre narrativas femininas, amplia seu reconhecimento à luta das mulheres ao homenagear a heroína feirense.
"O FLIFS, ao destacar em sua identidade visual as figuras de Maria Quitéria e de Lucas da Feira, transmite um compromisso de identidade e de preservação da memória a partir da figura da heroína ilustre do Brasil. É uma associação que fortalece a construção de que o espaço do FLIFS não é apenas físico, mas simbólico e cultural, representando essa percepção histórica dessa figura feminina que luta usando os próprios braços e o próprio corpo pela garantia de independência e de autonomia", conclui Cristiana Oliveira.
A memória de Maria Quitéria está presente em diversos pontos da cidade, como o distrito que leva seu nome, o Paço Municipal Maria Quitéria e a Avenida Maria Quitéria, reforçando a relevância da heroína para a identidade feirense.
Sobre o FLIFS
O Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS), reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia, é um dos maiores eventos literários do estado. Realizado anualmente desde 2007, o festival promove o livro, a leitura e as diversas manifestações culturais, com destaque para a formação de novas gerações de leitores, contação de histórias, cordel, oficinas, lançamentos de livros e apresentações musicais. O FLIFS foi a primeira feira literária da Bahia e completa 19 anos de história em 2026.
A realização é da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e do Sesc Feira de Santana. A organização conta com a parceria da Arquidiocese de Feira de Santana, Prefeitura Municipal de Feira de Santana, Secretaria Estadual de Educação (NTE 19), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Instituto Federal da Bahia (IFBA) – Campus Feira. O patrocínio é da Câmara Municipal de Feira de Santana e da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O apoio é da Fundação Pedro Calmon e do Governo do Estado da Bahia.
Em 2026, o FLIFS ocorrerá entre 25 e 30 de agosto, com estrutura ampliada no Centro de Convenções de Feira de Santana.
Serviço
- O quê: 19ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS)
- Tema: "Feira é o Mundo"
- Quando: 25 a 30 de agosto de 2026
- Onde: Centro de Convenções de Feira de Santana
- Mais informações: acompanhe os canais oficiais do festival
@flifsoficial (Instagram)
MULHERES NEGRAS SÃO CONVOCADAS PARA CONSTRUIR EDIÇÃO HISTÓRICA DO ENCONTRO MOVIAFRO EM FEIRA DE SANTANA
Na 10ª edição do evento, a esperança da organização é que fique marcado um novo ciclo de fortalecimento coletivo, reunindo mulheres dispostas a escrever mais um capítulo da história de resistência, ancestralidade e transformação das Mulheres Negras em Feira.
Em um momento em que os debates sobre equidade racial, representatividade e direitos das mulheres negras seguem urgentes, Feira de Santana fortalece a mobilização para uma edição histórica de um dos principais eventos do calendário antirracista da cidade. O Núcleo de Mulheres Negras da Associação Cultural Moviafro (NUMNEGRAS) iniciou a construção coletiva da 10ª edição do Encontro Moviafro de Mulheres Negras, marcada para o dia 25 de julho, pela manhã, no teatro do Colégio de Tempo Integral Georgina Erisman.
O movimento faz um chamado público para que mulheres negras participem ativamente da organização do encontro, fortalecendo um espaço de diálogo, escuta, pertencimento e protagonismo feminino negro. A proposta é ampliar a construção coletiva de uma edição que simboliza resistência, memória e continuidade de uma trajetória consolidada ao longo da última década.
Realizado em alusão ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e também ao Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados em 25 de julho, o Encontro Moviafro se tornou, ao longo dos anos, uma das principais ações afirmativas voltadas à valorização das mulheres negras em Feira de Santana. O evento reúne reflexões sobre ancestralidade, identidade, enfrentamento ao racismo e valorização das contribuições sociais, culturais e políticas das mulheres negras para a cidade.
De acordo com a coordenadora do NUMNEGRAS, a psicóloga Aclaís Amaral, a construção coletiva da programação busca garantir que esta edição tenha ainda mais participação popular e representatividade. “Como mulheres negras, sabemos que nossos passos vêm de longe e que celebrar nossa história também é resgatar e honrar nossas raízes. Chegar à 10ª edição do Encontro Moviafro de Mulheres Negras representa a força de uma trajetória construída coletivamente por mulheres negras que, com coragem, resistência e ancestralidade, seguem inspirando e transformando diversos espaços todos os dias", afirma.
Segundo Aclaís, o desejo é que esta edição seja ainda mais participativa, fortalecendo vínculos, celebrando histórias e reconhecendo a potência das mulheres que fazem parte dessa caminhada. "Reafirmamos, assim, nosso compromisso com a luta antirracista, o aquilombamento, o cuidado coletivo e o protagonismo das mulheres negras como agentes de transformação social”, destaca.
Homenagens
Além da Mesa Tereza de Benguela, que contará com a participação de mulheres potentes, erguendo suas vozes, compartilhando saberes, vivências e trajetórias de luta, a programação deste ano contará também com a Outorga da Comenda Tereza de Benguela – Ano III, considerada a honraria máxima da Associação Cultural Moviafro. Nessa edição serão homenageadas cinco mulheres por suas trajetórias e contribuições no fortalecimento da igualdade racial e da luta das mulheres negras.
Mulheres Negras em Movimento
Além disso, dez mulheres receberão o título de Mulheres Negras em Movimento. A programação inclui ainda intervenções afro-poéticas e apresentações musicais, reforçando o caráter cultural, político e simbólico do encontro.
A expectativa da organização é que a 10ª edição marque um novo ciclo de fortalecimento coletivo, reunindo mulheres dispostas a escrever mais um capítulo da história de resistência, ancestralidade e transformação protagonizada pelas mulheres negras em Feira de Santana.
Interessadas em participar da construção da 10ª edição do Encontro Moviafro de Mulheres Negras, podem entrar em contato através dos números: (75) 98283-7418 ou (75) 99115-3216.
Em breve mais informações sobre o evento e inscrições serão divulgados no instagram da Moviafro (@moviafrofsa.oficial) e do Núcleo de Mulheres Negras (numnegrasfsa.oficial).
AUTORIA: Release do evento - Orisa Gomes
FLIFS 2026 BATIZA ESPAÇO FLIFINHA COM NOME DA CIA CUCA DE TEATRO EM HOMENAGEM AOS 28 ANOS DO GRUPO
Anúncio foi feito durante as comemorações dos 50 anos da UEFS, no Teatro da universidade; reconhecimento valoriza trajetória de décadas da cultura local dedicada à infância e juventude.
O Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS) anunciou neste domingo, 31 de maio, durante as celebrações dos 50 anos da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), que o espaço do Flifinha – área dedicada ao público infantojuvenil no festival – será batizado com o nome da Companhia Cuca de Teatro. A homenagem reconhece os 28 anos de trabalho ininterrupto do grupo na cena cultural da cidade, formando plateia e produzindo espetáculos de qualidade para crianças e jovens.
A cerimônia ocorreu durante a apresentação do grupo no Teatro da UEFS, reunindo artistas, produtores, gestores culturais e a comunidade em geral. A iniciativa integra uma tradição do FLIFS, que a cada edição denomina seus espaços com nomes de personalidades e instituições que marcam a história cultural de Feira de Santana.
A coordenadora do FLIFS, Cristiana Oliveira, explicou que a escolha da Companhia Cuca de Teatro para batizar o Flifinha reflete o compromisso do festival em valorizar a trajetória de grupos e artistas que dedicam décadas à cena cultural da cidade. “O FLIFS tem a tradição de denominar seus espaços como forma de reconhecimento público àqueles que constroem a história cultural de Feira de Santana. Escolher a Companhia Cuca de Teatro para batizar o Flifinha é uma decisão que celebra a relevância do trabalho dedicado à infância e à juventude, ao mesmo tempo que reafirma o papel do festival como plataforma de memória, afeto e valorização da nossa identidade cultural”, afirmou Cristiana.
Emocionada, a produtora da Companhia Cuca de Teatro, Elizete Destéffani, falou sobre a trajetória do grupo e o significado da homenagem. “É algo que nos deixou muito emocionados. É uma coisa que a gente quer muito, mas quando acontece você fica emocionado porque vai passando um filme na cabeça: toda a história que você já viveu, todas as perrengues e sucessos. Tudo vai passando e sempre vale a pena. Essas homenagens, que vão vindo ao longo da nossa trajetória, são o que nos alimentam e fazem com que a gente consiga dizer: vale muito a pena fazer o que a gente faz. Dá mais ânimo para continuar por muitos e muitos anos”, declarou Elizete.
A produtora também relembrou os primeiros passos do grupo. “Quando a gente começou lá atrás, não tinha um público. A gente foi absorvendo esse público com muito carinho, com muita atenção. Sempre nos preocupamos muito com a qualidade dos espetáculos, trazendo histórias inéditas, que não estariam na televisão nem em nenhum outro lugar. Histórias que fizessem com que as crianças, cada vez que fossem ao teatro, absorvessem conteúdos próprios para a infância, com tudo aquilo que a gente acredita enquanto Cia. Cuca”, contou.
Valorização da cultura local
O anúncio reforça o compromisso do FLIFS com a valorização da cultura produzida em Feira de Santana. Ao batizar um de seus espaços mais simbólicos – o Flifinha, dedicada ao público infantojuvenil – com o nome de um grupo que há quase três décadas forma plateia e produz arte com excelência, o festival reconhece a importância de quem movimenta a cena cultural da cidade ano após ano.
Para Cristiana Oliveira, iniciativas como esta são fundamentais para fortalecer o tecido cultural local. “O FLIFS entende que cultura se faz com gente, com história e com reconhecimento. Homenagear a Cia. Cuca é também inspirar novas gerações a acreditar que é possível fazer arte com consistência e pertencimento em Feira de Santana”, completou a coordenadora.
Serviço
- O quê: 19ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS)
- Tema: “Feira é o Mundo”
- Quando: 25 a 30 de agosto de 2026
- Onde: Centro de Convenções de Feira de Santana
- Espaço batizado: Flifinha 2026 – Espaço Companhia Cuca de Teatro
- Programação: ainda em divulgação
- Mais informações: acompanhe os canais oficiais do festival
@flifsoficial (Instagram)
AUTORIA: Release da Ascom da UEFS - Juliana Vital - Fotos: Raphael Juliano
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OBRAS DO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICO DA EMBASA AVANÇAM E REFORÇAM O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO DO INTERIOR DA BAHIA
O novo Centro de Distribuição Logístico foi concebido para atender à dimensão territorial da Bahia e ao crescimento das demandas da empresa, garantindo mais eficiência, agilidade e capacidade de resposta às unidades do interior, contribuindo diretamente para a melhoria dos serviços prestados à população”, destaca o diretor de Gestão Corporativa da Embasa, João Alves Pinto.
As obras do novo Centro de Distribuição Logístico da Embasa, em Feira de Santana, seguem em ritmo avançado e já alcançaram mais de 30% de execução. Com investimento de R$ 21,7 milhões, em recursos próprios da empresa, o empreendimento integra a estratégia de modernização da gestão de suprimentos da empresa e ampliará a capacidade de armazenamento e distribuição de materiais para as unidades operacionais do interior da Bahia. A estrutura, que abrangerá cerca de 6,5 mil metros quadrados, está sendo implantada próxima ao anel rodoviário, ao lado da Cerb, e contará com galpão, depósito e módulo de logística reversa.
Com a implantação do novo centro, a empresa passará a contar com uma estrutura descentralizada voltada a atender às 13 unidades regionais do interior do estado. "Cerca de 70% da movimentação de materiais da Embasa tem como destino o interior da Bahia, o que evidencia a importância do novo equipamento para garantir maior eficiência operacional e rapidez no atendimento das demandas", reforça Paulo Henrique Monteiro, gerente de Patrimônio, Obras Prediais e Gestão Documental da Embasa. A estrutura será responsável pela alocação e posterior distribuição de materiais hidráulicos e equipamentos elétricos, de uso da operação dos sistemas de água e esgotamento sanitário no interior da Bahia.
A localização de Feira de Santana, principal entroncamento rodoviário do estado, permitirá otimizar rotas, reduzir distâncias percorridas e diminuir o tempo de transporte de materiais e equipamentos. "A expectativa é que o novo centro proporcione ganhos de produtividade, redução de custos operacionais e maior agilidade no suporte às atividades de manutenção e expansão dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário", afirma Paulo Henrique. A Embasa presta atualmente o serviço para mais de 3,4 milhões de ligações de água e mais de 1 milhão de ligações de esgoto no interior baiano.
A obra também tem gerado emprego e renda, com o envolvimento atual de 65 trabalhadores diretos e cerca de 40 postos indiretos. “Estamos implantando uma das mais importantes estruturas de apoio operacional da Embasa. O novo Centro de Distribuição Logístico foi concebido para atender à dimensão territorial da Bahia e ao crescimento das demandas da empresa, garantindo mais eficiência, agilidade e capacidade de resposta às unidades do interior, contribuindo diretamente para a melhoria dos serviços prestados à população”, destaca o diretor de Gestão Corporativa da Embasa, João Alves Pinto.
AUTORIA: Release da Unidade de Comunicação Empresarial - PCE Regional Feira de Santana
CRIANÇAS ESCRITORAS DE FEIRA DE SANTANA PARTICIPAM DE COLETÂNEA LITERÁRIA DA LIGA DENDÊ
Joaquim Jesus e Aysha Oliveira estão entre os autores baianos do livro “Contos para Ibejada”
. Os jovens escritores feirenses Joaquim Jesus e Aysha Oliveira estão entre os autores de Contos para Ibejada, novo lançamento da Liga do Dendê. A coletânea reúne escritores negros da Bahia em histórias voltadas às infâncias e juventudes, a partir de narrativas que dialogam com o universo afro-brasileiro e afrodiaspórico. O livro está disponível para venda no instagram do coletivo @ligadodende
Os dois autores mirins integram a Liguinha do Dendê, braço do coletivo voltado ao incentivo de crianças e jovens escritores negros, criado para fortalecer espaços de acolhimento, incentivo e circulação literária para autores mirins e suas famílias.
A Liguinha do Dendê nasce do desejo de ampliar o protagonismo infantil dentro da literatura negra baiana, criando redes de incentivo para que crianças possam escrever, publicar e compartilhar suas próprias histórias desde cedo.
Com apenas 10 anos, Joaquim Jesus, participa da obra com uma história inspirada em aventuras geek, amizade e imaginação. O conto acompanha os primos Akin e Aysha durante um passeio na praia que se transforma em uma missão inesperada após o surgimento de um monstro robótico em formato de água-viva.
Segundo a mãe, Maria Priscila Jesus, o contato de Joaquim com os livros começou ainda antes do nascimento. “Desde o ventre ele recebia estímulo da leitura. Joaquim já nasceu recebendo livros como presentes e, desde muito pequeno, buscava os livros como se fossem brinquedos”, conta. Autista e apaixonado pelo universo artístico, para Maria Priscila, a participação do filho na coletânea representa também um gesto de inclusão e pertencimento.
Já Aysha Oliveira, também de 10 anos, participa da coletânea com uma história sobre a amizade entre duas meninas negras que se fortalecem enquanto compartilham sonhos e experiências. Leitora desde a infância, Aysha cresceu cercada por livros e encontrou inspiração na própria convivência com as amigas da escola para criar sua narrativa, misturando experiências do cotidiano, imaginação e referências de histórias e notícias que acompanham seu olhar sobre o mundo.
Para a mãe, Samayka Gonçalves, acompanhar a filha ocupando um espaço de produção literária ainda na infância é motivo de orgulho e também uma experiência simbólica importante. “Foi muito emocionante viver esse momento. As crianças precisam se reconhecer nesses espaços de educação, produção e troca de conhecimento desde cedo. É importante que elas entendam que também podem ser protagonistas dessas histórias”, destaca.
Além de Joaquim e Aysha, participam da coletânea os autores: Paula Brito, Cássia Valle, Taísa Ferreira, Denise Ferreira, Akin Rudá Ferreira, Dennis Emanuel Ferreira, Genivaldo Santos, Jamile Kyanda Barboza, Raí Santana, Carine Barboza, Jacqueline Meire, Luis Pedro Azevedo, Zion Passos, Yalle Tárique, Bia Barreto, Maurício Akin, Anderson Shon, Duda Santhana, Luciana Palmeira, Carol Adesewa, Jaqueline Santana, Ladjane Alves Souza, Niní Kemba Nàió e Ulisses Passos.
SERVIÇO:
- Coletivo Liga do Dendê
- Valor do livro: R$ 54,00
- Acompanhe em: @ligadodende
AUTORIA: Release da Gi Santana Comunicação - Kelly Bouéres
FORRÓ NO BUZU ANIMA TRANSPORTE PÚBLICO DE FEIRA DE SANTANA A PARTIR DESTA QUINTA (11)
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana (CDL) realiza, a partir desta quinta-feira (11), mais uma edição do Forró no Buzu, ação que integra a programação da campanha São João de Prêmios e leva música, animação e informações sobre a campanha aos usuários do transporte público da cidade.
Criada em 2024, a iniciativa tem como objetivo aproximar ainda mais a campanha dos consumidores, promovendo uma conexão entre o comércio e a população nos trajetos entre bairros e Centro, em um dos períodos mais importantes para as vendas do varejo. A programação contará com apresentações de forró pé de serra dentro dos ônibus, transformando as viagens em momentos de descontração e valorização da cultura nordestina.
Além de animar os passageiros, a ação reforça a divulgação da campanha São João de Prêmios, que incentiva as compras no comércio local por meio do sorteio de dois carros Fiat Mob Like e dez televisores de 50 polegadas para os consumidores.
“O Forró no Buzu é uma forma criativa de levar alegria para quem utiliza o transporte público diariamente, valorizar a nossa cultura e, ao mesmo tempo, ampliar o alcance da campanha São João de Prêmios junto à população”, destaca o presidente da CDL Feira de Santana, Juscelino Brito.
O Forró no Buzu conta com o apoio da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (Acefs), Sindicato do Comércio (Sicomércio), Serviço Social do Comércio (Sesc), Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs), secretarias municipais de Mobilidade Urbana (Semob), Cultura, Esporte e Lazer (Secel), e Turismo, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (Settdec), e das empresas de transporte público. A organização tem o apoio da Promotion Bahia.
Programação:
11 de junho (quinta-feira)
* Linha 071 – George Américo / Sobradinho
* Empresa: Rosa
* Horário: 17h30
* Ponto de encontro: Terminal Central
13 de junho (sábado)
* Linha 007 – Jardim Brasil / Getúlio Vargas
* Empresa: São João
* Horário: 9h
* Ponto de encontro: Terminal Central
15 de junho (segunda-feira)
* Linha BRT 2 – Conder via João Durval
* Empresa: Rosa
* Horário: 7h30
* Ponto de encontro: Terminal Central
17 de junho (quarta-feira)
* Linha 020 – Feira VII
* Empresa: São João
* Horário: 17h30
* Ponto de encontro: Terminal Central
AUTORIA: Release da Notre Comunicação - Orisa Gomes