1° SAMBA DA BÊNÇÃO DO ANO REÚNE NEY JAMAICA, KAROL FREITAS, E PAULINHO SUCESSO NESTA SEXTA-FEIRA (06)
Evento marca o lançamento do “Samba In’Par”, novo trabalho de Karol Freitas em parceria com Ney Jamayka e também conta com a participação especial do cantor João Nagô.
A primeira edição de 2026 do Samba da Bênção acontece nesta sexta-feira (06), a partir das 19h no bar Dom Vicente. O evento reúne os shows completos de Paulinho Sucesso e banda e do dueto “Samba In’Par”, formado por Karol Freitas e Ney Jamayka, que conta com a participação especial do cantor João Nagô.
Paulinho Sucesso traz um repertório que mescla o samba da Bahia ao samba carioca e paulista e, segundo o cantor e compositor, a grande novidade para este show é trazer uma linha de instrumentos de sopro: “o meu naipe de metais pra poder dar aquela abrilhantada no dia 06”, afirma. Já Karol Freitas e Ney Jamayka, por sua vez, aproveitam a oportunidade para lançar seu novo trabalho durante o evento, o “Samba In’Par”. O dueto, que aposta num formato acústico e traz em sua seleção musical clássicos do samba e do samba de roda da Bahia, estará acompanhado pelos músicos Laerte Costa no cavaquinho; Cláudio Souza no violão; e Peu Queiroz e Remerson Oliveira na percussão.
A noite conta, ainda, com a participação especial do cantor e compositor feirense João Nagô. Reconhecido na cena contemporânea por fundir ritmos pretos, ancestralidade e MPB, João Nagô foi premiado como “Melhor Cantor Feirense” na Micareta de Feira 2025 e tem circulado com o show autoral e intimista “(En)tranças”, que celebra a cultura afro-baiana com influências de ijexá e samba-reggae.
O Samba da Bênção começa nesta sexta (06), às 19h no Bar Dom Vicente e o 1° lote custa R$ 20,00.
Sobre o Samba da Bênção
O evento, que acontece quinzenalmente, tem a proposta de celebrar o samba raiz e a Música Popular Brasileira, faz alusão à canção “Samba da Bênção”, de Vinícius de Moraes e Baden Powell, e é uma iniciativa de Sérgio Murilo Freitas. Segundo o empresário, tudo partiu da percepção de que o mercado feirense estava carente de locais para frequentadores do samba clássico. “As pessoas que gostam, que curtem esse tipo de música, ainda têm dificuldade de encontrar na cidade locais com esse tipo de música, principalmente eu, que sou um amante do samba”. Para Freitas, muitos estabelecimentos ainda não apostam no samba como uma alternativa comercial e o bar Dom Vicente foi essencial para o sucesso do projeto, que o acolheu e acreditou na parceria.
De acordo com Sérgio Freitas, o próximo passo é continuar fomentando a marca, para que o projeto ganhe mais força, com edições maiores e possa reunir artistas de maior expressividade.
SERVIÇO
"Samba da Bênção”
- Atrações: Paulinho Sucesso, Karol Freitas e Ney Jamayka part. João Nagô
- Quando: 06 de fevereiro (sexta-feira), às 19h
- Onde: Bar Dom Vicente – Rua Professor Fernando São Paulo, n° 392, Ponto Central, Feira de Santana/BA
- Quanto: R$ 20,00 (1° Lote)
AUTORIA: Release da Agência Amuleto - (75) 98179-4539
GRANDES POETAS DA FEIRA - LIVRO DIGITAL
A coletânea foi organizada pelo jornalista Marcondes Araujo, e tem prefácio da escritora Alana Freitas. - Livro Digital (ebook) - disponível para baixar, confira o link no final da matéria!
Grandes Poetas da Feira é uma coletânea que reúne poemas de 10 expoentes da literatura feirense, desde o século 19 até meados do século 20: Sales Barbosa, Filinto Bastos, Honorato Bomfim, Gastão Guimarães, Georgina Erismann, Aloisio Resende, Eurico Alves Boaventura, Godofredo Filho, Antonio Lopes e Alcina Dantas. E com uma importante novidade: um ABC de Lucas da Feira praticamente desconhecido, escrito quando Lucas ainda era vivo, e que deve ser a primeira obra literária da história de Feira de Santana.
Grandes Poetas da Feira é voltado especialmente para alunos das escolas públicas, com o objetivo de incentivá-los ao hábito da leitura, ao gosto pela literatura, e para que conheçam a riqueza cultural da Princesa do Sertão.
A coletânea foi organizada pelo jornalista Marcondes Araujo, e tem prefácio da escritora Alana Freitas.
FEIRENSE RALLIE GRAVA EP COM NORTE-AMERICANA THE PLATTERS
Rallie é o nome artístico do empresário e comunicólogo, feirense, Raimundo Lima, que tem formação em jornalismo com pós-graduação em direito eleitoral. Foi eleito em 2023 presidente da Câmara de Comércio Angola-Brasil (CCAB) e também preside a Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran)
Depois de gravar com Gilberto Gil a bela canção “Um sonho” em ritmo de toada, o barítono brasileiro Raimundo Lima, líder empresarial de nome artístico Rallie, alcançou a marca de cinco lançamentos discográficos nos últimos anos. No momento, Rallie finaliza a gravação de um EP com um dos maiores ícones musicais da história, a lendária banda norte-americana The Platters.
Rallie lançou o primeiro CD físico do Brasil com a tecnologia 32D, “Imersão Eclética”. O repertório contem 14 músicas que conta com participações de grandes nomes como Gilberto Gil, Targino Gondim, João Lacerda e o ícone angolano Filipe Mukenga. Em seguida , Rallie lançou o single “Fruto Maduro”, em parceria com o ministro da Cultura de Angola, Filipe Zau.
ÁLBUNS
O EP “Eclético”, de Rallie, foi escolhido como o segundo melhor álbum baiano de 2021 . Na tradicional premiação do El Cabong, “Eclético” foi um dos vencedores na disputa com os 270 lançamentos do ano, um recorde.
Em seguida, no final do ano passado, Rallie lançou nas plataformas digitais o primeiro álbum musical em 32D do Brasil. Nele, o artista propõe uma experiência nova de ouvir música brasileira com um mergulho nas ondas sonoras nesse álbum com o título de “Imersão 32D”. Numa maneira meio hipnótica de produzir efeitos nos sons, esse trabalho musical de Rallie apresenta uma alternativa inovadora de audição que possibilita a percepção de profundidades e atmosferas entre a voz e os instrumentos. A pessoa que usar fone nos dois ouvidos vai encontrar também no novo CD “Imersão Eclética” as músicas imersivas, cujos efeitos causam a sensação de que os sons estão sendo reproduzidos em diversas direções. O ouvinte vai se encantar com o som, tendo a sensação de estar próximo ao palco, graças a essa tecnologia pioneira. Com stamper feita nos Estados Unidos e a capa produzida em São Paulo pela Master Disc, Imersão Eclética é um álbum que vem com a promessa de agradar ao mais exigente paladar musical.
Na verdade, o primeiro lançamento discográfico de Rallie foi o single “É hexa!”, que esgotou os 40 mil exemplares, em 2018. Ele contou com a participação de Armandinho Macedo, líder da banda A Cor do Som e do trio elétrico “Armandinho, Dodô & Osmar”.
No final de 2019 ele lançou o CD “Surpreendente“, com 12 fonogramas, que conta com participações do ícone da música africana Felipe Mukenga, do conceituado carioca Altay Veloso e do premiado forrozeiro Targino Gondim.
QUEM É RALLIE
Rallie é o nome artístico do empresário e comunicólogo Raimundo Lima, que tem formação em jornalismo com pós-graduação em direito eleitoral. Foi eleito em 2023 presidente da Câmara de Comércio Angola-Brasil (CCAB) e também preside a Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran).
Nos últimos 25 anos, como empresário, vive entre as capitais da Bahia e de Angola, onde criou oportunidades para centenas de profissionais brasileiros trabalharem no exterior.
Ele só assumiu também a carreira de cantor aos 62 anos, em 2018. Nascido em Feira de Santana, Bahia, ainda adolescente liderou trabalhos comunitários e depois recebeu o título de comendador na cidade-natal e o título de Cidadão de Salvador.
SHOWS
Não por acaso, a banda norte-americana The Platters escolheu o cantor e compositor baiano Rallie para fazer o pocket show de abertura do seu espetáculo “Experience” em setembro de 2023, em Salvador. No dia 1 de novembro de 2024, Rallie retribuiu o convite: ao fazer o show “Tim Tim por Tim Tim“ (em homenagem a Tim Maia), trouxe dos Estados Unidos o show The Platters Experience para dividir o palco numa participação especial no seu show da casa Rosa.
Esses shows foram agendados depois de Rallie ter feito sucesso nos três espetáculos de lançamento do CD “Raimundo Lima Surpreendente!” no final de 2019 no Teatro Rubi, em Salvador.
Vários artistas participaram como convidados: Armandinho, Antônio Carlos e Jocafi, Altay Veloso, Marcia Short, Magary Lord, Targino Gondim, Edu Casanova, Nelson Rufino, Roberto Mendes, Claudia Cunha, Júlio Cesar, Tito Bahiense e Gel Barbosa.
Em seguida, ele lotou também o Teatro Margarida Ribeiro, em Feira de Santana, com o eclético espetáculo no mês de março, antes do início da pandemia, tendo como convidados Carlos Pita, Cescé Amorim, Antônio Moreira e a Filarmônica 25 de Março.
Tanto no single quanto no CD, os arranjos instrumentais ficaram a cargo de Luã Almeida e os arranjos vocais são de Tito Bahiense, que também faz backing com Karine Rosselle e Paulinho Caldas.
Rallie contou com músicos de muito boa qualidade: baixo - Vini Mendes; guitarra - Jackson Almeida e Rudnei Monteiro ; bateria - Beto Martins; percussão - Pururu e Lucas de Gal; acordeom - Gel Barbosa; violino - Marcelo Fonseca; flauta - Hebert Pacífico e Rafael Dias; oboé -Juliane Santana; clarinete - Indira Dourado; e fagote - Felipe Santana.
Em seus trabalhos, Rallie apresenta um repertório eclético. Além de músicas de sua autoria e outras do cancioneiro de Angola — onde também tem residência há duas décadas —, ele
interpreta com desenvoltura músicas da MPB, sambas e boleros, explorando seu timbre grave e sua capacidade de atingir notas altas com facilidade.
Quem conhecia Raimundo Lima como jornalista, empresário ou especialista em Direito Eleitoral vai se surpreender com sua performance na nova vertente de cantor, onde inclui o cognone de “Rallie”, que lhe foi sugerido há muitos anos pelo lendário cantor Tim Maia, quando ele nem tinha planos de ser cantor profissional.
Rallie é compositor de algumas músicas gravadas por artistas angolanos. A que fez verdadeiro sucesso foi o “Canto à Alfabetização”, hino do Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar (PAAE) de Angola, gravado por dez cantores daquele País. Ele já compôs inclusive uma outra música para a Copa do Mundo anteriormente. Fez "Força, palancas!" para a Seleção de Angola em 2006 na Alemanha, gravada pelo renomado Filipe Mukenga, mas esta não chegou a alcançar sucesso de público, apesar de ser a composição preferida do artista baiano.
AUTORIA: Release do evento
AKOKO LATI WA NI – "TEMPO DE SER" É INDICADO AO PRÊMIO SHELL DE TEATRO, NA CATEGORIA DESTAQUE NACIONAL
Elaborado e concebido com a conjunção de talento, criatividade e competência, o espetáculo encantou as plateias por onde se apresentou, merecendo apoio para ser exibido Brasil afora difundindo o talento feirense.
O texto, a música bem encaixada no espetáculo, a concepção do cenário com excelente flexibilidade para qualquer palco, a iluminação funcional criativa e eficiente complementam o desempenho de atores dedicados e talentosos em um trabalho moderno, que apesar de se designar "teatro preto", é universal e pode ser levado em palcos do país inteiro com garantia de satisfação plena de todas as plateias.
O Viva Feira teima na tese de que o teatro de Feira de Santana é especial e cosmopolita, como sempre foi, desde os saudosos, dos grupos teatrais, Meta, Scafs, TEF, Team, Reforma e muitos outros que tiveram início meio e fim em nossa cidade. Os fins normalmente por falta de apoio institucional e até reconhecimento justo pela própria população feirense.
A Cia. Única publicou em seu Instagram que: "É tempo de colheita.", mas, mais do que isso, é tempo também de reconhecimento e esperamos que a imprensa feirense reverbere a indicação da premiação, e do trabalho maravilhoso que este pessoal vem realizando.
O Instagram do @teatrodabahia, publicou: "O teatro baiano inicia o ano em evidência nacional com a indicação do espetáculo “AKOKO LATI WA NI – Tempo de Ser”, da Cia Única de Teatro, de Feira de Santana, ao Prêmio Shell de Teatro na categoria Destaque Nacional. Entre 173 projetos inscritos, a montagem está entre os quatro finalistas selecionados, reforçando a força da produção fora do eixo Rio-São Paulo e colocando a Bahia ao lado de trabalhos do Ceará, Rio Grande do Sul e Minas Gerais."
Já o Instagram da CiaÚnica, ressalta: "A Cia. ÚNICA celebra esse marco histórico, que reconhece a potência do teatro produzido fora dos grandes centros e reafirma que nossas vozes importam, ecoam e transformam."
Viva a Cultura brasileira!
Viva o Teatro Preto de Candomblé!
Viva o Teatro baiano!
Viva o Teatro Feirense!
O olhar de @lucasfmkr sobre “AKOKO LATI WA NI – Tempo de Ser”, publicado no Instagram:
O espetáculo conta a história de dofona, dofonitinho e famo, três yawôs e estudantes de teatro, às vésperas de montar a peça de formatura. Em busca de respostas sobre seu próprio tempo de vida e existência, eles vão ao terreiro de candomblé pedir à sua yalorixá que pergunte a iroko, o orixá do tempo, como é possível ter tempo para ser.
Jovens, negros, e alvo de um genocídio estrutural, sua jornada gira em torno da pergunta essencial: como envelhecer? Como escapar das balas do racismo e viver uma vida plena, para além da lógica do ter?
Nessa corrida pela vida, eles mergulham em suas identidades negras, guiados pela sabedoria da yalorixá. Confrontam a professora clássica, figura que representa um teatro colonizador e encontram-se com iroko. Através de música, dança, teatro e poesia, a dramaturga onisajé constróI uma narrativa afromítica, no que denomina como macumdrama, dentro da poética do teatro preto de candomblé
AUTORIA: Viva Feira com citações do insta
“MÚSICA NO MUSEU 10+” TRANSFORMA MEMÓRIA SONORA DE FEIRA DE SANTANA EM EXPERIÊNCIA AUDIOVISUAL NO MAC
A exposição “Música no Museu 10+ – Memórias da Cultura Feirense em Imagens e Sons” terá em sua abertura shows memoráveis tanto quanto o propósito da própria exposição, com a Banda Sal e convidados!
A história recente da música e da produção cultural de Feira de Santana ganha novas camadas de leitura e emoção na exposição “Música no Museu 10+ – Memórias da Cultura Feirense em Imagens e Sons”, que acontece entre 22 de janeiro e 21 de fevereiro de 2026, no Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC-Feira). Com entrada gratuita, a mostra propõe uma imersão audiovisual em um dos períodos mais efervescentes da cena artística local.
A abertura da exposição acontece no dia 22 de janeiro, a partir das 18h, com apresentação da Banda Sal e convidados, reforçando a conexão entre memória e presença artística. Na mesma ocasião, será realizada uma roda de conversa com o tema “Produção Cultural em Feira de Santana – Desafios e Oportunidades”, reunindo agentes culturais, produtores e artistas da cidade para debater os caminhos da cena contemporânea e os desafios da sustentabilidade cultural no interior.
De acordo com a produção geral, mais do que um resgate histórico, a exposição convida o público a refletir sobre o papel da música como força articuladora da identidade cultural feirense. Sob curadoria do cineasta e fotógrafo Jaime Sampaio e produção de Lerry Oficial (Crossover Estúdio), o projeto reúne cerca de 100 fotografias, além de registros em vídeo que documentam momentos emblemáticos do “Música no Museu”, iniciativa realizada no MAC entre 2013 e 2016 e que se consolidou como um importante espaço de encontro entre artistas, público, novas linguagens musicais e artísticas.
Para o produtor cultural Lerry Oficial, o olhar sensível do fotógrafo Jaime Sampaio percorre apresentações, bastidores e interações que revelam não apenas performances, mas também a atmosfera de troca, experimentação e pertencimento que marcou aquele ciclo criativo. Entre os artistas registrados estão nomes fundamentais da música baiana e feirense, como: Raymundo Sodré, Banda Sal, Grupo Africania e Uyatã Rayra, cujas trajetórias dialogam diretamente com a diversidade estética e a potência cultural do interior da Bahia. As imagens evidenciam a força de uma cena que soube ocupar espaços institucionais sem perder o vínculo com a rua, o público e a experimentação.
Como parte da experiência expositiva, o público terá acesso a uma playlist audiovisual, que reúne videoclipes, depoimentos, registros de bastidores e fragmentos de shows, ampliando a narrativa visual e sonora da mostra. A proposta é criar um percurso sensorial que dialogue com diferentes gerações e formas de consumo cultural, conectando passado, presente e futuro da produção cultural local.
O projeto “Exposição Música no Museu 10+ – Memórias da Cultura Feirense em Imagens e Sons” foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e conta com apoio financeiro da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, via PNAB, com recursos do Ministério da Cultura – Governo Federal. A iniciativa celebra não apenas a música e o audiovisual, mas também a memória coletiva, o talento local e a identidade cultural de Feira de Santana — uma cidade que pulsa arte e segue inspirando novas gerações.
SERVIÇO:
- Exposição Música no Museu 10+ – Memórias da Cultura Feirense em Imagens e Sons
- Período: 22 de janeiro a 21 de fevereiro de 2026 (das 08h00 às 17h00)
- Abertura: 22 de janeiro de 2026 (quinta-feira) - 18h00
Programação de abertura:
– Apresentação da Banda Sal e convidados
– Roda de conversa: “Produção Cultural em Feira de Santana – Desafios e Oportunidades”
- Local: Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC), - Centro - Feira de Santana – BA
- Entrada: Gratuita
- Curadoria: Jaime Sampaio (Fotógrafo e Cineasta)
- Produção: Lerry Oficial (Crossover Estúdio)
- Classificação indicativa: Livre
- Acessibilidade: Espaço acessível ao público
- Realização: Crossover Estúdio
- Apoio financeiro: Prefeitura de Feira de Santana | Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer | Ministério da Cultura – Governo Federal
Fotos do Museu: Jaime Sampaio
- Fotos de Jaime Sampaio: Manuela Cavadas
AUTORIA: Release da TDL - Assessoria de Comunicação e Mídia.
Fotos
CIDADE DA CULTURA CELEBRA "FESTA DE REIS" NO DIA 10 DE JANEIRO, COM MÚSICA, GRUPO DE REISADO E A TRADICIONAL QUEIMA DE LAPINHA
Reisado Estrela de Belém, Neném do Acordeon, Asa Filho e Sambadores do Nordeste fazem parte da programação do evento
No dia 10 de janeiro de 2026, às 21h, acontece no espaço aberto da Cidade da Cultura, a Folia de Reis, uma das manifestações culturais mais antigas de Feira de Santana. Com apresentações artísticas do Reisado Estrela de Belém, Asa Filho, Sambadores do Nordeste e Neném do Acordeon, o evento conta também com a tradicional Queima de Lapinha, ritual que simboliza o encerramento do ciclo natalino. A entrada custa R$ 20.
A Folia de Reis é uma festa realizada há mais de 200 anos no distrito de Tiquaruçu, zona rural de Feira de Santana e que celebra a visita dos Três Reis Magos ao Menino Jesus, no mês de janeiro. O evento realizado na Cidade da Cultura, duas vezes por ano, é produzido pela Organização Cultural e Artística Reisado de São Vicente (Orcare) - Ponto de Cultura da Bahia, que atua para salvaguardar os símbolos e manifestações populares do sertão baiano.
SERVIÇO
Folia de Reis da Cidade da Cultura
Data: 10 de janeiro de 2026 (sábado)
Horário: 21h
Local: Espaço aberto da Cidade da Cultura – Feira de Santana
(Rua H, 170, Conjunto João Paulo II, Mangabeira)
Atrações: Reisado Estrela de Belém, Sambadores do Nordeste, Mestre Asa Filho e Neném do Acordeon
Entrada: R$ 20
AUTORIA: Release da Ascom do Evento - Cidade da Cultura - João França
O MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ESTÁ EM FESTA
Quatro exposições da maior qualidade em uma demonstração de criatividade e talento premiam os frequentadores do MAC durante este e o mês janeiro de 2026. Confiram!
"3 Olhares Afrodiaspóricos" - Uma iniciativa coletiva em artes visuais que está com as portas abertas desde 29 de novembro.
Essa exposição apresenta três artistas visuais: Flor de Lis, Priscila Lopes e Viviane Dias, artistas negras e muito talentosas, cada uma com seu traço e identidade única, onde celebram a arte, a ancestralidade e a identidade negra.
3 olhares afros ficará em cartaz até 29/12/2025.
"Na Pele & no Verso" - A exposição individual do artista plástico Reginaldo Ribeiro está em cartaz desde 11 de dezembro. O artista nos convida para um mergulho no panorama político e identitário de um País que persiste sob a ótica da pele negra. Suas obras são em pastel seco e óleo sobre tela, onde quem aprecia pela primeira vez fica muito surpreso e impactado com a beleza e a sutilidade de suas obras. Na Pele & no verso ficará em cartaz até 11/01/2026.
"Entre a Alma e a Pele" - A exposição individual teve a sua abertura neste 18 de dezembro e apresenta o universo sensível da artista peruana Sandra Olazával, que transforma vivências internas em pinturas intensas e profundamente humanas. Com pinceladas intuitivas, suas obras revelam emoções, memórias e silêncios que atravessam o corpo e a alma, convidando o público a desacelerar, sentir e se reconhecer nas obras.
Entre a Alma e a Pele ficará até 18/01/2026.
"Arte que Une" - Uma exposição de mosaicos que também teve a sua abertura no dia 18 de dezembro. Uma exposição feita de fragmentos, cores e histórias, sob a curadoria da artista visual e mosaicista Gabriele França.
A mostra reúne obras de alunos dos cursos de mosaico iniciante e intermediário, além dos cursos de Rosto em Mosaico e Flores em Picassiette, explorando técnicas como cerâmica, vidro, azulejo, pasta vítrea, entre outras, onde louças, pedaços de pisos e vidros ganham nova vida.
Arte que une ficará até 18/01/2026.
Venha apreciar essas 4 exposições e fechar o ano de 2025 com muita arte e encantamento, recarregando as energias para que o ano de 2026 seja um ano leve, cheio de amor e cultura!
AUTORIA: Release da Ascom do MAC - Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira
Fotos
PROJETO ILÚ TÍ OMI ENCERRA CICLO DE OFICINAS DE RITMOS SAGRADOS DO CANDOMBLÉ KETU EM FEIRA
Depois de cinco encontros, neste sábado, ocorre o encerramento do projeto com os ritmos Jinká e Igbin
Neste sábado (20), no bairro Parque Lagoa Subaé, em Feira de Santana, acontece o encerramento do projeto Ilú Tí Omi – Oficina de Ritmos Sagrados, um ciclo de oficinas gratuitas dedicadas aos ritmos sagrados do Candomblé Ketu, realizado no Ilê Asé Omi Ti Idan – casa que tem como seu sacerdote, o Babalorixá José Profeta.
Ao longo de cinco encontros, iniciados no dia 22 de novembro, o projeto promoveu momentos intensos de aprendizado, troca de saberes e fortalecimento da musicalidade ancestral produzida nos terreiros. As oficinas foram conduzidas pelos Ogãs Ravel Conceição, Jorge Gama e Malcolm Ramsés, que compartilharam suas vivências, histórias e o àṣẹ de seus conhecimentos sobre os toques e ritmos sagrados.
O ciclo formativo percorreu dez ritmos tradicionais, apresentados em cada encontro:
• 22/11 – Avamunha e Vassi
• 29/11 – Agueré e Opanijé
• 06/12 – Batá e Ijexá
• 13/12 – Ilú e Alujá
• 20/12 – Jinká e Igbin
Mais do que aulas de percussão, o Ilú Tí Omi se consolidou como um espaço de valorização dos saberes ancestrais, reafirmando o terreiro como lugar de conhecimento, memória, espiritualidade e resistência cultural.
O encerramento marca a celebração de um percurso que ecoa a força da tradição oral e da musicalidade sagrada, fortalecendo identidades e reafirmando a importância da cultura de matriz africana em Feira de Santana.
Contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia (PNAB), o projeto conta com apoio financeiro da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, com recursos direcionados pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.
Atividade gratuita: Encerramento da Oficina Ilú Tí Omi – Ritmos Sagrados
Data: 20 de dezembro
Horário: das 15h às 17h
Local: Ilê Asé Omi Ti Idan – Rua Celina, 380. Subaé, Feira de Santana
Mais informações: Ravel Conceição – 75 99131-3683 | Aline Araújo – 71 98288-0232
AUTORIA: Release da Ascom do Projeto - Elsimar Pondé
LANÇAMENTO DE LIVRO UNE LITERATURA, SEXOLOGIA E ARTE EM FEIRA DE SANTANA
O lançamento do livro O clitóris não tem GPS, de Alfredo de Morais, movimentou o Sesc Matriz, em Feira de Santana, neste sábado (13), com uma programação potente, sensorial e plural.
O trabalho de Alfredo Morais propõe reflexões profundas sobre o autoconhecimento feminino, o prazer e a liberdade de ser, rompendo com tabus e culpas historicamente impostos aos corpos femininos. O evento contou com uma palestra sobre sexologia, ministrada pela sexóloga Manu e pelo psicanalista Breno, ampliando o debate sobre educação sexual, `2° sexo´ e consciência corporal.
A programação artística incluiu apresentações musicais da dupla Thiago e Camila, dança afro com a coreógrafa Carmem Silva, além de teatro e leitura dramática com a atriz Tania Rodrigues, com participação especial de Alex Moraes. As performances promoveram um diálogo sensível entre literatura, arte e educação sexual.
Para o escritor Alfredo de Morais, o lançamento foi mais do que a apresentação de um livro. "Foi um encontro de escuta, reflexão e celebração da expressão feminina", destacou o autor.