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ANTONIO MIRANDA LANÇA DISCO “DEPOIS DO OVO” COM INTERVENÇÃO ARTÍSTICA DURANTE O DOIS DE JULHO

Cantor e compositor baiano premiado em festivais de música retoma carreira artística com álbum autoral que dialoga com o passado-presente da música brasileira

Publicado em: 28/06/2022 - 23:06:27

    O cantor e compositor baiano Antonio Miranda lança o disco “Depois do Ovo” no dia 1º de julho nas plataformas digitais e apresenta as músicas do álbum em uma intervenção artística durante o desfile de 2 de julho. O disco conta com 11 canções autorais e uma faixa bônus  com a participação de Renato Teixeira cantando uma nova versão de “Se não houvesse mais música”. Miranda participou da época de efervescência cultural dos festivais de música locais e nacionais, entre os anos 60 e 70, onde participou como finalista com composições de sua autoria, chegando ao 1º lugar no primeiro festival de música realizado na Bahia. Agora o artista retoma sua produção musical com um diálogo afinado entre passado e presente que constrói a diversidade da música brasileira. O pré-save pode ser realizado através do link  https://tratore.ffm.to/depois-do-ovo
    Como já é sua marca registrada, a mistura rítmica e de gêneros marcam o álbum. “Tem de tudo, piano clássico bem dramático e teatral, saxofone, violão, clarinete, influências que passam pela bossa nova, samba e tropicalismo até um diálogo com o sertanejo de hoje que chamo de pós-universitário,. Em Coração à mão, por exemplo, eu canto as diferenças de gerações com uma dupla de sertanejos universitários de Birigui (SP), Kleber e Guto. Juntos, interagimos musicalmente nas diferenças de se expressar”, ressalta Miranda.
    Em relação às letras, Miranda traz questionamentos sobre a passagem do tempo, as mudanças sociais, de comportamento e as formas de se relacionar. “É um trabalho cheio de reflexões e indagações. Tem músicas que trazem suavidade e outras que são provocativas, como é possível observar nos versos da música “Vivo ou Morto” “Eu encontrei um velho amigo / Que me olhou com olhar antigo / Como se eu já pertencesse / À lista dos desaparecidos”.
    Antonio Miranda define sua obra como música brasileira feita por quem escuta atentamente todas as nuances musicais que se apresentam. “Tudo o que passou pelos meus ouvidos, sem preconceito. Mas tenho sim minhas referências, que estão nos grandes mestres, Dorival Caymmi, Luiz Gonzaga, Noel Rosa, João Gilberto, Cartola, Batatinha,Caetano, Gil, Tom Zé, Gordurinha e Jackson do Pandeiro, além dos amigos com quem pude conviver artisticamente como Paulinho da Viola, Renato Teixeira. O álbum tem produção assinada por Paulo Mutti, através do Selo Benzza Music, direção musical de André Tiganá, capa é de Daniel Kalil,

SOBRE - ANTONIO MIRANDA
    Antonio Miranda está na estrada desde os tempos do LP. Em 1967, participou do primeiro festival de música realizado na Bahia, conquistando o 1º lugar, em parceria com Antonio Renato Froes (Perna). O júri era formado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, José Carlos Capinan, Carlos Coqueijo e Vinicius de Moraes. A música foi interpretada por Sue Saphira, acompanhada pelos quartetos Canto 4 e Momento 4, que tinha entre seus componentes Moraes Moreira.
    Participou de várias edições da Feira Permanente de Música Popular Brasileira da TV Tupy, em São Paulo, sagrando-se sempre como finalista, com músicas surpreendentes. Uma delas, “Zero Zero Nada Nada” que – só continha números na letra e teve arranjo inicial do maestro Rogério Duprat. É dessa época, fim da década de 60, a sua convivência musical com Paulinho da Viola, cuja composição “Foi um Rio que Passou em Minha Vida” conquistou o primeiro lugar no festival em que “Zero Zero Nada Nada” obteve o segundo. Profissionalmente, Miranda decidiu trilhar os caminhos da produção cultural, publicidade e propaganda – sem, entretanto, abandonar a criação musical. Um de seus grandes parceiros na música foi o cantor Paulo Costa, baiano radicado na França. As músicas de Antonio Miranda, gravadas por ele, foram executadas nas rádios do Japão, Bélgica, França e Alemanha.

Informações à imprensa:
Release do lançamento por Gisele Santana
(71) 98872-5492
contato@gicomunica.com

AUTORIA: Release do lançamento por Gisele Santana



NOVO SINGLE DE DUDA BRANDÃO JÁ NAS PRINCIPAIS PLATAFORMAS


Publicado em: 08/06/2022 - 23:06:50

    Já está nas principais plataformas de música o novo single do cantor e compositor feirense Duda Brandão. Lançada pelo selo Banana Atômica, a canção “Acordados” é o segundo trabalho do artista que chega ao público neste ano de 2022. 
    Duda Brandão é um dos maiores nomes do rock de Feira de Santana. Autor de composições que marcaram a história de bandas importantes como Belzeblues, Clube de Patifes, Filhos da Erva e Presente de Grego e dono de uma performance de palco envolvente, que fez dele um dos principais frontmans da Bahia
    O single foi gravado no estúdio Gato Preto em Feira com produção musical de Joilson Santos (que fez o baixo) e a participação dos músicos Paulo de Tarso (bateria), Jô Estrada (guitarra), Jonas Costa (backing vocal) e André T (teclados). A mixagem e masterização foi realizada no Estúdio T, em Salvador, por André T.
    Com 25 anos de música, Duda Brandão fez parte de bandas como Belzeblues, Filhos da Erva e Presente de Grego e compôs músicas como “Barfly”, “Visitantes de Carvão”, “Estradão”, “Sabrina”, “Simetria” e “Sobrevivendo na Cidade”, entre muitas outras.

SE LIGUE
QUEM: Duda Brandão
O QUE: Lançamento do single “Acordados”
SELO: Banana Atômica
PRODUÇÃO MUSICAL: Joilson Santos
MÚSICOS: Paulo de Tarso, Jô Estrada, Jonas Costa, Joilson Santos e André T
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Elsimar Pondé – 75 9 9121 8571
OUTRAS INFORMAÇÕES: falecomosom@gmail.com

Acordados: https://www.youtube.com/watch?v=KAgrnLU8Et4

AUTORIA: Release do lançamento - Elsimar Pondé



JULINHA LANÇA POT-POURRI COM RELEITURA DE “TORTURA DE AMOR” E “ONDE ESTARÁ MEU AMOR”

Cantora apresenta single que mistura a música brega de Waldick Soriano com balada pop de Chico César.

Publicado em: 24/05/2022 - 06:05:50

    Do encontro da música brega dos anos 60 com um clássico da MPB dos anos 90, a cantora Julinha surpreende com seu novo lançamento que mistura a essência do arrocha baiano e das antigas serestas com beats eletrônicos e elementos do pop . A releitura de Tortura de amor do memorável Waldick Soriano entremeada com "Onde estará meu amor" de Chico César traz um tom saudosista e ao mesmo tempo moderno que dialogam entre si. O single com produção musical de Paulo Mutti e arranjos do cantor e compositor Jalmy estará disponível nas plataformas digitais a partir do dia 20 de maio e promete embalar velhos e novos romances. O pré-save pode ser realizado no link https://tratore.ffm.to/torturadeamor e mais informações podem  ser acompanhadas no instagram @julinhacarvalho
    A ideia do single veio das referências de infância da cantora, que cresceu no interior da Bahia. Natural de Riachão do Jacuípe, Julinha conta que foi nos encontros dos tios seresteiros, no toca fita do gol quadrado e nos vinis de sua avó Daura, que absorveu a canção Torturas de amor de Waldick Soriano. "Muitas histórias de amor no interior do Nordeste foram consagradas como genuinamente brasileiras nas vozes do brega. Essa é uma música que me faz imaginar como era a paixão em tempos mais silenciosos”, afirma Julinha.
    O single, que já surpreende no primeiro verso, apresenta um clássico do ícone do brega, Waldick Soriano, e cativa na interlocução com a famosa balada de Chico César. As músicas foram compostas com quase 4 décadas de diferença, mas dialogam muito bem em letra e sonoridade e prometem agradar a todas as gerações com a nova roupagem enriquecida de timbres, coros e a voz suave de Julinha.
    Depois de lançar seu primeiro single, “Besta pra rir”, a artista conta que resolveu apostar no pot-pourri após perceber o sucesso que fazia entre o público nos seus shows. “Hipnotiza a todos. Acho que são as duas músicas cumprindo seu papel, só que na minha geração bate um lance saudosista, relacionado aos nossos pais, lugares de origem. Sempre ouço bons relatos e me agrado com o envolvimento das pessoas nessa parte do show”.
    Julinha completa ressaltando a felicidade em resgatar a memória de Waldick Soriano e ao mesmo tempo gravar uma música de uma das suas referências musicais, o cantor Chico César. “Uma música do ídolo da minha avó, outra do meu ídolo! É um encontro de gerações, é pra um encontro de gerações” , destaca a cantora.

SERVIÇO:
Lançamento do single "Tortura de Amor" de Julinha
20 de maio
Nas principais plataformas de streaming
Pré-save: https://tratore.ffm.to/torturadeamor
Acompanhe em  @julinhacarvalho

INFORMAÇÕES À IMPRENSA
Gisele Santana (71) 98872-5492
contato@gicomunica.com

AUTORIA: Release de Gisele Santana



PAULINHO JEQUIÉ REALIZA O SHOW “NO QUINTAL DA CANTORIA”

Live-Show acontece dia 03 de março às 19h pelo canal do Sistema Baiano de Comunicação no Youtube.

Publicado em: 01/03/2022 - 01:03:58

    “No quintal da cantoria” é uma cantoria em forma de live-show para abraçar com arte, reflexão e alegria o diverso público da música do cancioneiro popular.  A proposta de Paulinho Jequié com o Quintal é, ao tempo em que remete a ideia de acolhimento, brincar e contar causos na intimidade da casa. O artista afirma que “O quintal é o lugar daqueles que estão autorizados a entrar na intimidade”.
    O show virtual será transmitido pelo Youtube, dia 03 de março às 19h, como parte da programação do canal Sistema Baiano de Comunicação, no youtube, uma emissora de TV na internet da cidade de Cícero Dantas, que conta com uma audiência de 4,9mil inscritos englobando a cidade de Cícero Dantas e região.
    Neste espírito, esse espetáculo, como reitera Paulinho, é um convite para chegar na intimidade pois: “Para chegar ao quintal de uma casa é necessário avançar em todos os cômodos. Pensar quintal e cantoria juntos é proporcionar um acolhimento para artistas que estão atravessando de forma acentuada a pandemia e também disponibilizar um bom papo, uma boa música e trocas de experiência e afeto que atravessam as gerações culturais a partir da canção, da poesia, da palavra de conforto”.
    O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB) via Lei Aldir Blanc, redirecionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
SERVIÇO:
O que?  No quintal da Cantoria
Onde? Sistema Baiano de Comunicação (canal do YouTube) - https://www.youtube.com/c/SistemaBaianodeComunicação
Quando? 03 de março (quinta-feira) às 19h
Mais informações:
Naipes Produções: 71-99618-4050
Acompanhe a rede social do artista
https://www.instagram.com/paulinhojequieoficial/

Quem é Paulinho Jequié?
Poeta, cantadô, ator, produtor,
compositor e músico nascido em
Jequié-Bahia. Vive por esse Brasilzão
divulgando a boa música e canturiando!

AUTORIA: Release de divulgação do evento



CAMPEÃO DE FESTIVAL, DIEGO ALISSON APOSTA EM SOFRÊNCIA PRO VERÃO DE 2022


Publicado em: 24/01/2022 - 18:01:38

    O cantor feirense Diego Alisson lança nesta quarta-feira (26), seu novo CD e aposta no ritmo contagiante do arrocha pra embalar o verão 2022. Recheado de sofrência e romantismo, o CD traz regravações de canções conhecidas e duas canções inéditas “WhatsApp GB” e “Não tem culpado”.
    “WhatsApp GB”, carro-chefe do CD, narra uma confusão amorosa após o uso do famoso aplicativo modificado. “O WhatsApp era GB, mandou uma mensagem para a mina errada. O WhatsApp era GB, machucou o coração daquela que te amava”, diz o refrão. O CD foi gravado no Studio Record Play com direção musical do próprio Alisson. Novidade estará disponível no canal do artista.
    Diego Alisson foi campeão do Festival Humildes Music no ano de 2017 e também finalista da 5ª edição do Festival Metropolitano de Música Gospel, ambos promovidos pela Prefeitura de Feira de Santana. Talentoso, ele já tocou violão, guitarra e contrabaixo em diversas bandas locais antes de encarar a carreira solo.

AUTORIA: Release da Vamo Assessoria



CANTOR E COMPOSITOR ANDERSON FALCÃO LANÇA ÁLBUM “ENTRE O SERTÃO E O MAR”

Com influências da música afro-baiana, trabalho reflete vivências do artista entre o interior e a capital

Publicado em: 04/01/2022 - 02:01:08

    O cantor e compositor Anderson Falcão lança seu mais novo álbum "Entre o Sertão e o Mar”, fruto da sua pesquisa no universo da "música afro-baiana" e da sua trajetória de vida entre o interior e a capital. O álbum reúne 7 faixas autorais, com canções inéditas compostas nos últimos 6 anos. O lançamento aconteceu no dia 20 de dezembro em todas as plataformas digitais e acompanhando a estreia de uma sequência de clipes no canal do Youtube do artista: www.youtube.com/canalandersonfalcao. A programação pode ser acompanhada também através do site: www.andersonfalcao.com.br
    Natural de Feira de Santana e filho de artista plástico, Falcão cresceu imerso em influências culturais diversas. Aos 8 anos iniciou o interesse pelo violão e aos 13 nasceram as suas primeiras composições. Na adolescência passou pelo Grupo Interart e pela Banda Geração Nômade, onde iniciou sua carreira solo e profissionalização na música. Após uma pausa para dedicar-se a outras áreas criativas, o cantor retorna sua produção musical em grande estilo.  "Esse álbum é o resultado das minhas vivências nesse trânsito entre sertão e capital, combinado a pesquisas e referências pautadas na música brasileira, especialmente baiana e nordestina, como o xote, o baião, o samba de roda, o samba-reggae, os ijexás, os cantos de rua de nossa terra", ressalta o artista.
    O novo trabalho traz em sua essência histórias de amor, cenas cotidianas da cultura popular da Bahia e sua conexão com o divino, carregando o lema de vida do artista "as coisas precisam ser divertidas, suaves e leves". "Eu vejo a música como um portal de contato com nosso eu e com o outro. Ela revela, celebra, alegra e emociona. É esse caldeirão de emoções que desejo que a minha música alcance nas pessoas".
    "Entre o Sertão e o Mar” conta com a direção do baixista Gustavo Caribé, acompanhado dos músicos Jaime Nascimento, Luca Falcão e Arthur Malaquias (Percussão e Efeitos), André Liberato (Guitarras), Daniel Neto (Sanfona) e o próprio Anderson (Violão).

SERVIÇO:
Lançamento do álbum "Entre o Sertão e o Mar" de Anderson Falcão
Acompanhe em: Site: www.andersonfalcao.com.br

Redes sociais
Instagram: @euandersonfalcao
Youtube: /canalandersonfalcao


SOBRE ANDERSON FALCÃO
    Baiano nato, Anderson Falcão é filho de Feira de Santana, também conhecida como “Princesa do Sertão”, mas cresceu entre o interior e capital. Nesse trânsito intercultural, da Bahia de múltiplos sons e ritmos, na convivência com os mais diversos músicos, poetas e artistas, que frequentavam o escritório e eventos promovidos por seu pai, num tempo de alta efervescência cultural, seu interesse pela música desperta logo cedo. Dali suas referências e ancestralidade musicais, emergem dessa rica mistura de influências.
    Quando o assunto é arte, com certeza Anderson se considera um tanto “inquieto”. Músico, cantor, poeta, designer e compositor, criador e fundador da Plataforma Design para Vida e do estúdio AF DESIGN TOTAL. Criador, Realizador e Curador da Semana Design Salvador, é Diretor de Projetos da ADP - Associação dos Designers de Produto e Diretor de Comunicação da Junior Achievement Brasil - Capítulo Bahia. Se dedica ao pensamento crítico do design e seu potencial de transformação e prioriza projetos que tenham em sua essência o desenvolvimento com impactos positivos para as pessoas. Sua música é reflexo dessa vivência, atuação e movimento. De uma inquietude que não se basta e manifesta-se em canção. Música brasileira temperada com referências afro-culturais.
    Ainda adolescente passa pelo Grupo Interart e pela Banda Geração Nômade, inicia sua carreira solo em 1996, ano de gravação de sua primeira música de carreira - “Vidas Platônicas". Em 2014, lança o álbum, “Vivo”, um trabalho que reflete sua relação de amor com Deus. Em 2019 lança o Single “Mergulhar”, que inaugura um novo ciclo no trabalho do artista. Dando seguimento ao projeto, interrompido pela pandemia em 2020, com 6 composições inéditas, lançadas entre setembro e dezembro de 2021, “Entre o Sertão e o Mar” é fruto de pesquisa musical e reflexões necessárias em tempos tão obscuros e desafiadores. O novo trabalho conta com a direção do baixista Gustavo Caribé, acompanhado dos músicos Jaime Nascimento, Luca Falcão e Arthur Malaquias (Percussão e Efeitos), André Liberato (Guitarras), Daniel Neto (Sanfona) e o próprio Anderson (Violão). Com distribuição nas mais importantes lojas digitais.

AUTORIA: Release da GI Comunicação - Gisele Santana



BANDA SOM DO POVO APOSTA EM "MARQUINHA" PRO VERÃO DE 2022


Publicado em: 04/01/2022 - 20:01:23

    No verão é comum aquela exposição ao sol em busca do corpo bronzeado. Esse é o tema explorado pela banda Som do Povo na música "Marquinha", sua aposta musical para a estação mais quente do ano. A banda feirense é comandada pelo vocalista Amaury Lacerda.
    Com letra leve e descontraída, a canção fala de festa com amigos e daquela fuga necessária pro litoral. "Marquinha" é composição do cantor e compositor Roberto Kuelho, autor de grandes hits da música baiana.
    A canção integra o DVD "Pool party dos Mouras 4", dos irmãos Ricardo Moura e Rafael Moura. O registro conta com Lambasaia, Kuarto de empregada, Luxúria, Dog monstro, O Devorador, Dévuà e Coração de aço. "Marquinha" e todas as músicas da quarta edição do projeto podem ser conferidas no canal "A Culpa é de Quem?".

Confira o clipe de Marquinha: https://www.youtube.com/watch?v=_k7-_GnxLA4

AUTORIA: Release da Ascom da Banda Som do Povo



BANDA FEIRENSE UCALUNDU LANÇA SINGLE COM LIRINHA

“Cegueira” é o single de estreia do grupo e sai pelo selo Banana Atômica

Publicado em: 30/11/2021 - 10:12:26

    “Cegueira” é a música que deu origem à banda de Feira de Santana (BA) Ucalundu e é também a sua música de estreia. Com participação especial do pernambucano Lirinha, o single sai pelo selo feirense Banana Atômica e trata da dualidade de ver o outro, mas não enxergar. Quem explica melhor é o vocalista e criador do projeto, o poeta Zecalu:
    “A letra fala sobre o fim de uma história, de um amor, a partir da ideia do ‘não enxergar’. Fala de uma suposta ‘cegueira’ de alguém em não perceber o outro e, por isso, a menção às doenças dos olhos, como uma metáfora dos olhos da alma. Música e a letra foram criadas enquanto eu bebia Ayahuasca, vivendo  um momento pessoal conturbado e tentando a salvação de um relacionamento. Embora ela carregue um misto de mágoa e libertação em relação à outra parte da história, na verdade, com o tempo e outras experiências, eu percebi que ela fala da minha própria ‘cegueira’, como se um lado meu falasse pra outro, num espelho, daquilo que eu mesmo não enxergo em mim. No fim, ela fala daquilo que cada um quiser (ou não) enxergar”, comenta.
    A música vai ao encontro também com o significado do nome da banda, que vem do termo “calundu”, termo esse que virou uma gíria baiana pra os estados de birra, introspecção, dor, mau humor. Porém, originalmente, representa um ritual antigo de cura, de matriz africana, que se utilizava de diversos elementos, dentre eles, a dança e a música, justamente para tratar as pessoas que à época encontravam-se nesses estados, mas que não tinham um diagnóstico médico. Daí, inclusive, o surgimento da gíria, pois quem participava do ritual era reconhecido nas ruas como sendo “de calundu”.
    O convite para Lirinha aconteceu de maneira bem natural, a partir do surgimento de uma “amizade à distância’ e a ajuda de alguns amigos artistas e produtores culturais.
    “Com o passar do tempo, acabei me aproximando de Lirinha por várias conexões,  seja  por ir a vários shows do Cordel do Fogo Encantado e também da sua carreira solo e sempre conversarmos depois das apresentações, seja por amigos  em comum e também pelo fato dele saber que eu fui criado na cidade de Uauá, Sertão de Canudos, sempre me tratando com um carinho especial, inclusive, só me chamando  de ‘Uauá’. E duas curiosidades dessa história: a primeira,  é que eu havia composto uma outra música, chamada ‘resto’ , que também vai entrar no nosso álbum, e tinha pensado em mandar pra ele ouvir e ver se curtia e se  interessava em gravar. Na época, o Cordel havia acabado e ele estava fazendo um trabalho solo que eu achei que tinha a ver com aquela ideia. Porém, no dia que compus ‘cegueira’, tive um insight, uma forte intuição e decidi que aquela música seria o  marco inicial da realização desse sonho de ter um projeto musical  e que deveria chamar Lira pra participar como convidado. Outra coisa engraçada é que depois de ouvir a música e aceitar participar, combinamos várias possibilidades dele gravar, chegando a ver estúdios em São Paulo e Recife, mas acabou não rolando. Por coincidência, ele acabou gravando a participação em Uauá”, se diverte Zecalu.
    O álbum em questão é primeiro do projeto, previsto para sair em 2022. Ucalundu começou a nascer em 2015 e depois de algumas tentativas de formações, hoje é composto por Luyd Andrade (guitarra), Tito Pereira (piano, sintetizadores e voz), Flaviano Gallo (bateria e voz), Ivan Santos (baixo) e o próprio Zecalu (voz e composições).

ESCUTE CEGUEIRA EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS

REDS SOCIAIS:
Instagram:https://www.instagram.com/ucalundu/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCHCAkQNf3dT7cWX1wjuEXRA

AUTORIA: Release da Favorite Assessoria - Alessandra Braz



O CENTRO TEM CULTURA COM ASA FILHO NO MAP - DIA 27 ÀS 11:00

Projeto patrocinado pela Prefeitura Municipal, - MAP - SESC e Fe-Comércio Senac, que ficou sem atividades durante a pandemia e agora está voltando a sua normalidade no Palco do Mercado Popular de Arte

Publicado em: 26/11/2021 - 07:11:28

     Um dos projeto realmente interessantes que motivam as pessoas que trabalham no comércio do Centro da cidade de Feira de Santana, e que já acontece há algum tempo, mobilizando uma grande quantidade de pessoas, é sem dúvidas o Projeto "O Centro tem Cultura, que ocorreu quase sempre nas dependências do Marcado de Arte Popular, no coração de nossa cidade, e que tem a excelência de proporcionar momentos de diversão e satisfação aos trabalhadores de Feira de Santana, destacando aqui, aqueles que por obrigação de ofício não tem oportunidade de viajar nos finais de semana!
     Outra característica elogiável do projeto é que invariavelmente prestigia artistas feirenses, ou aqui radicados, assim como, também alguns artista de nossa região metropolitana que trazem o seus talentos para o nosso deleite, nestes sábados, que antes não ofereciam opções para os trabalhadores da cidade que aqui permaneciam!
     A pandemia suspendeu o projeto, pois , sem dúvidas, é uma atividade aglomeradora e de grande momento de confraternização, o que auxilia a integração daqueles que extraem suas sobrevivências no centro de Feira e tem a oportunidade de se encontrarem no sábado após o expediente para confraternizarem.
   Felizmente a pandemia arrefeceu, e graças ao esforço das instituições mantenedoras do evento o projeto "O Centro tem Cultura” está voltando com força total, e esta semana já teremos este artista, realmente inimitável, grande defensor de nossa raízes culturais, ASA FILHO", devidamente acompanhado do "Grupo Chapéu de Couro"

- IMPERDÍVEL!!!

SERVIÇO:
O que: Projeto “O Centro tem Cultura”
Atração: Asa Filho e o Grupo Chapéu de Couro
Quando: Dia 27/11/2021 às 11:00 h.
Local: Palco do Mercado de Arte Popular

AUTORIA: Viva Feira e Banner daAscom do Sesc Feira



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