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BELLY FEST FEIRA 6ª EDIÇÃO

Lançamento Oficial do Oriental Fair VII acontecerá com um grande show de dança oriental em Feira de Santana

Publicado em: 14/08/2017 - 16:08:16

    Senhoras e senhores, no próximo sábado dia 19 de agosto de 2017, às 19:30 no Centro de Cultura Maestro Miro tem a 6ª Edição do Belly Fest Feira com Show Oriental, Mostra de Dança e Feira temática! Será uma apresentação única de dança com o melhor do árabe e tribal em Feira de Santana. O evento tem direção da bailarina e gestora feirense Bia Vasconcelos.
    Além de oficializar o lançamento do #OrientalFair liberando o tema, convidados e programação, o Belly Fest promoverá uma noite de muita dança e cultura oriental. Venha curtir esse momento e traga toda a família!
    Programação Belly Fest 6ª Edição:
    Belly Fest Show
    Apresentação com alunos de Bia Vasconcelos e convidados profissionais mostrando repertório clássico, moderno, folclórico árabe e tribal! Dança oriental deslumbrante em única apresentação!
    Belly Fest Mostras
    Se você quiser mostrar seu talento, se inscreva agora mesmo! Teremos o maior prazer em receber sua dança em nosso palco! Vagas limitadas e sujeitas à ordem de inscrição!
    Belly Fest Feira Oriental
    Haverá venda de artigos orientais com uma grande exposição temática no foyer do teatro. Imperdível!
    SERVIÇO:
    Belly Fest 6ª Edição
    Direção: Bia Vasconcelos
    Local: Centro de Cultura Maestro Miro (Rua Itacarambi, s/n - Muchila)
    Data e Horário: 19 de agosto de 2017 às 19:30
    Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia) | Ingressos já estão à venda com Bia Vasconcelos e alunos. No dia do evento os ingressos serão vendidos no teatro a partir das 17:00 horas.
    Informações: Zap (75) 99136-4131 | biavasconcelosdance@gmail.com | www.biavasconcelos.com



AUTORIA: Bia Vasconcelos



GRUPO NOBRE RESTAURA CLUBE DE CAMPO CAJUEIRO


Publicado em: 07/08/2017 - 15:08:26

    Inaugurado em 1962, o Clube de Campo Cajueiro foi um dos mais movimentados espaços de lazer e entretenimento de Feira de Santana. Em 2010 encerrou as suas atividades e em 2013 foi comprado pelo Grupo Nobre. Anunciando a nova fase do empreendimento, o presidente do Grupo, professor Jodilton Souza, divulgou em suas redes sociais fotos que mostram preservação das características do Clube, na última segunda-feira (31).
    As fotos mostram o Salão de Festas e a Boate Caju totalmente restaurados e as outras dependências já estão em andamento. De acordo com a direção, ao final deste mês haverá coquetel para lançamento oficial do novo CCC, com a divulgação dos detalhes sobre a nova fase do empreendimento e como tudo funcionará.
    A restauração é assinada pelo arquiteto Luiz Humberto Carvalho, aos cuidados da engenheira Camilla Falcão. “É indescritível ter a oportunidade de estar participando deste projeto! Quem não se lembra do cajueiro? Daquela batata frita com carne do Sol e daquele misto que parecia ter um sabor diferenciado? Quantas festas bacanas curtimos ai? Caju de Ouro, casamentos, formaturas, 15 anos, shows... Parece que passa um filme... E que bom que tudo isso voltou a viver! Esta obra de arte de Amélio Amorim que agora foi revitalizada com projeto do arquiteto Luiz Humberto! Com grande prazer sou a engenheira dessa obra, com grande satisfação e felicidade estamos realizando um sonho para a cidade feirense! Obrigada professor @jodilton_souza_ por acreditar e investir cada vez mais nessa cidade! Só agradecer! #Deusmaravilhoso #cajueiro #feiradesantana #segura #feiramerece #Cajueiro”, comentou Camila no facebook.
    A notícia sobre a restauração estimulou muitos comentários nas redes sociais, a maioria parabeniza o professor Jodilton pela iniciativa e por preservar a memória de Feira de Santana, especialmente, o CCC que de fato tem grande importância para a cidade. Confira alguns dos comentários:
    “Que notícia boa! Enfim alguém pode resgatar essa maravilha que é a área de shows do Clube de Campo Cajueiro, grandes lembranças tenho desse local onde por várias vezes participei de festas tocando e até mesmo curtindo shows de outros artistas, uma estrutura maravilhosa, agora com essa nova roupagem que por sinal ficou deslumbrante, tenho certeza que o feirense voltará a ter grandes alegrias, parabéns ao grupo NOBRE e em especial ao amigo Jodilton Souza Souza pela grande iniciativa”, (José Augusto Brandao).
    “O oportunismo da utopia estatal cai por terra quando é a iniciativa privada E NÃO OS GOVERNOS, o motor de desenvolvimento de uma sociedade. PARABÉNS empresário, professor, amigo e cidadão Jodilton Souza Souza por dar à Feira de Santana mais um presente que nos enche de orgulho. Um pedaço da história desta cidade é resgatado. OBRIGADO!”, (Robson Torres).
    “Quero declarar minha admiração constante a Professor Jodilton Souza Souza desde quando fui sua aluna no Colégio Nobre onde depois meus filhos estudaram e depois FAN e UNEF onde se formaram. Recebi as fotos do CLUBE DE CAMPO CAJUEIRO todo reformado e ricamente decorado e iluminado. Um grande abraço meu professor e muito obrigado por nos trazer o Cajueiro de volta!”, (Claudia Caribé).
    “Parabéns ao grupo Nobre na pessoa de Jodilton Souza Souza , nós trazendo de volta a Boate é o Salão do Cajueiro. Revivendo momentos ímpar de Alegria em nossa Princesa do Sertão”, (Frank Borges).

AUTORIA: Release de MKT Grupo Nobre
Fotos




PROJETO DE MÚSICA INSTRUMENTAL RETORNA AO CUCA NESTE DOMINGO (6), COM PARTICIPAÇÃO DE SANTINI & TRIO


Publicado em: 04/08/2017 - 15:08:05

    O projeto Jam na Cuca inicia mais uma temporada de shows de música instrumental em Feira de Santana, tendo como convidado especial Santini & Trio, grupo feirense que concorre ao Prêmio Caymmi de Música. O evento acontece neste domingo (6), a partir das 17 horas, na Arena do Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA/UEFS).
    “É uma alegria e uma honra trazer mais um expoente da música instrumental feirense, fortalecendo cada vez mais a vocação do evento como um palco aberto a diversas experiências musicais”, diz Nana Oliveira, produtora do projeto.
    Iniciado em 2014, o projeto vem conquistando, a cada edição, mais público, que se reúne na área externa do CUCA para ouvir standards do jazz e clássicos da música brasileira instrumental.
    Já são mais de 2,5 mil seguidores nas redes sociais, que compartilham o prazer de assistir aos improvisos musicais de convidados e da banda base da Jam na Cuca, formada por Gilmar Araújo (guitarra), Rogério Ferrer (acordeon/sax/piano), Anderson Silva (contrabaixo) e Adson Junior (bateria).
    Santini e Trio – Para esta edição, o projeto convidou o grupo feirense Santini & Trio, que é um dos nomes do Prêmio Caymmi desse ano, cuja festa de premiação acontece no próximo dia 11, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.
    Santini & Trio concorre às categorias de melhor banda e melhor instrumentista (o baterista Flaviano Gallo) pelo show Jazz a Todos, que foi apresentado na capital baiana, no mês de abril, no teatro do SESI Rio Vermelho.
    O trabalho é liderado pelo guitarrista e compositor feirense Rony Santini, profissional que já acompanhou diversos artistas e participou de projetos como Festival Vozes da Terra, Concerto Jovens Divas e Natal Encantado.
    Além do baterista Flaviano Gallo, integra o Santini & Trio os músicos Anderson Silva e Rogério Ferrer, ambos componentes da mesma banda base da Jam na Cuca.
    Serviço
    O que: Jam na Cuca (show de música instrumental com classificação livre)
    Onde: Teatro de Arena do Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA/UEFS (Av. Conselheiro Franco, s/n, Feira de Santana-BA)
    Quando: Domingo (06/08), às 17 horas
    Quanto: R$6,00 (seis reais)

AUTORIA: Jam na CUCA



SÉTIMA EDIÇÃO DO CIRCUITO CULTURAL BELGO BEKAERT ABRE INSCRIÇÕES PARA ESCOLAS PÚBLICAS QUE QUEIRAM RECEBER ATRAÇÕES TEATRAIS NA TEMPORADA 2017

Nos últimos seis anos, o Circuito já levou cerca de 65 mil espectadores feirenses ao teatro.Todas as apresentações são gratuitas e voltadas para o público infantojuvenil.

Publicado em: 25/07/2017 - 14:07:38

    Em 2017, escolas públicas de Feira de Santana poderão receber os espetáculos teatrais do Circuito Cultural Belgo Bekaert. Em sua sétima edição, o Circuito inova e leva as apresentações teatrais do programa para as escolas do município. As atrações são direcionadas ao público infantojuvenil e os diretores das instituições de ensino interessadas devem se inscrever para participarem do projeto.
    O Circuito Cultural Belgo Bekaert é realizado em Feira de Santana desde 2011 e já levou cerca de 65 mil espectadores às 278 apresentações promovidas em teatros, praças e escolas da cidade.
    Para participar, os diretores de escolas da rede pública do município devem acessar o site do Circuito e preencher o  formulário de inscrição http://www.circuitoculturalbelgobekaert.com/inscrição.  Posteriormente, a produção do Circuito Cultural entrará em contato com as escolas selecionadas, para ajustar os detalhes de produção.
    A edição 2017 começa em agosto e segue até o final de novembro, com apresentações dos espetáculos, nas escolas públicas selecionadas. "A proposta do Circuito na temporada 2017 é circular por escolas da rede pública de ensino de Feira de Santana e região e levar cultura, alegria e entretenimento ao estudantes", afirma Tamylla Rosa, coordenadora de Comunicação da Belgo Bekaert Arames, empresa responsável pelo projeto. Ela lembra que o Circuito tem contribuído para democratizar a cultura e formar público com espetáculos de reconhecida qualidade e atrações voltadas, especialmente, para crianças e jovens estudantes.
    "A programação do Circuito é formada por peças de grupos teatrais locais e nacionais de referência, espetáculos premiados em festivais, adaptações de clássicos do universo infantojuvenil, montagens com conteúdo educativo e musicais que agradam ao público de todas as idades mesmo sendo voltados para crianças e adolescentes", destaca Marcelo Carrusca, produtor do Circuito Cultural.
    Promovido pela empresa Belgo Bekaert Arames, além de Feira de Santana, o Circuito Cultural está presente em outras quatro cidades brasileiras - Contagem e Vespasiano (MG), Osasco e Hortolândia (SP) - e tem como proposta oferecer uma programação cultural regular à comunidade e democratizar a cultura como fonte de conhecimento e desenvolvimento.
    A iniciativa é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio da Belgo Bekaert Arames, apoio da Prefeitura Municipal de Feira de Santana, Jornal Folha do Estado, Hotel Classe Apart e produção da Lima Produções Culturais. A programação e mais informações sobre o Circuito Cultural Belgo Bekaert podem ser conferidas na página  https://www.facebook.com/circuitoculturalbelgobekaert.

AUTORIA: Carol Campos



UNINASSAU DOA 100 KG DE ALIMENTOS PARA A APAE

Mantimentos foram arrecadados pelos estudantes durante o Trote Solidário

Publicado em: 18/07/2017 - 10:07:43

    De modo a contribuir com o importante trabalho realizado pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), a Faculdade UNINASSAU Feira de Santana realizou, na tarde de quarta-feira (12), a doação de 100 kg de alimentos para a instituição. Saquinhos de guloseimas compostos por pipoca, chocolate, balas e pirulito também foram entregues para as crianças que estavam sendo atendidas no local.
    “O Grupo Ser Educacional, do qual a UNINASSAU faz parte, se preocupa com a questão da responsabilidade social e está engajado em vários projetos como este. Doar os mantimentos para a APAE é muito gratificante, pois sabemos das necessidades das pessoas que ali são atendidas”, explica Mirela Lacerda de Oliveira, coordenadora de Polo EAD da Faculdade, que acompanhou a ação.
    Segundo o coordenador técnico da APAE em Feira, Deraldo Gomes Azevedo, muitas pessoas que frequentam a instituição, às vezes, não tomam café da manhã, não almoçam e não têm nem o que jantar. “Por isso a gente oferece um lanche reforçado, justamente para poder suprir essa deficiência que a maioria deles têm”, completa Azevedo.
    Os alimentos foram arrecadados durante a campanha no Trote Solidário, realizada no mês de junho, entre os estudantes da UNINASSAU. A visita aconteceu na sede da APAE que, em Feira, conta com atendimento médico ambulatorial, oficinas terapêuticas e escola para quase 1.200 pessoas portadoras de deficiência intelectual de todas as idades. A instituição é filantrópica e mantida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e também por meio das doações que chegam ao local.



AUTORIA: Release de Lana Mattos



EXPOSIÇÃO “E O HOMEM SE CONTORCE” DE MEIRE DE PAULA

A vernissage que acontece no Museu de Arte Contemporânea é uma coletânea inédita de desenhos abstratos.

Publicado em: 06/07/2017 - 10:07:53

    No próximo dia 14/07 às 19:30, acontece no Museu de Arte Contemporânea (MAC) a exposição “E o homem se contorce”, uma coletânea de desenhos abstratos da artista soteropolitana Meire de Paula. Em sua segunda exposição na cidade, Meire mostrará, através da arte, sua própria subjetividade baseada nas suas percepções da realidade.
    Serão aproximadamente 30 desenhos inéditos, que nos incitará a questionar "Que imagem é essa?". Segundo a artista “E o homem se contorce na luta diária, pra buscar um significado para a própria vida, para desvendar os mistérios ocultos de si mesmo e os mistérios do outro”, essa é a finalidade de sua mostra.
    SOBRE A ARTISTA
    Natural de Salvador-BA, Meire de Paula se destaca em suas várias habilidades, além de ser Artista Plástica profissional há cinco anos, ela é cantora, artesã e estudante de Filosofia na Universidade Estadual De Feira de Santana (UEFS), onde expôs na Biblioteca Central Julieta Carteado – UEFS. Além de Feira, ela teve duas exposições individuais em Roma na Itália, uma no ano de 2016 e outra em 2017.
    O evento também contará com um coquetel, som ao vivo da banda Candeeiro Encantado e performances de artistas presentes. Vale a pena conferir, o Viva Feira recomenda!

    SERVIÇO
    O QUÊ: Lançamento da exposição de Desenhos e Objetos
    ARTISTA: Meire de Paula
    QUANDO: 14 de julho às 19:30 h
    ONDE: MAC (Museu de Arte Contemporânea) – Feira de Santana
    QUANTO: Gratuito.


AUTORIA: Viva Feira



POETA ZECALU LANÇA PRIMEIRO LIVRO EM FEIRA NA CIDADE DA CULTURA


Publicado em: 04/07/2017 - 09:07:10

    O poeta Zecalu lança na sexta-feira (7), o livro MEIO POEMA BASTA!. O evento será realizado no tradicional espaço Cidade da Cultura, a partir das 20 horas e contará com as participações especiais do Quarteto Jackson e do Trilha Sonora para Criar Cabras, projeto idealizado pelo músico Brenus Tsokas e pelo próprio Zecalu.
    Rodeado de grande expectativa, o livro MEIO POEMA BASTA!, alia poesia e imagem de forma conceitual. O lançamento é apoiado pela empresa CSO Engenharia. A Cidade da Cultura é localizada na Rua H, nº 170 – Conjunto João Paulo II, em Feira de Santana.

AUTORIA: Elsimar Pondé



OS 40 ANOS DA RETIRADA DA ANTIGA FEIRA LIVRE DO CENTRO DA CIDADE É MOSTRA DO MUSEU CASA DO SERTÃO DA UEFS


Publicado em: 29/06/2017 - 14:06:15

    Com o título “A feira de Feira de Santana: transformações e permanências” o Museu Casa do Sertão da UEFS apresenta à comunidade aspectos sócios culturais relacionados a um dos marcos mais emblemáticos da história de Feira de Santana, que se desenvolveu em torno da feira livre, e ainda hoje tem no comércio ao ar livre um dos pilares da dinâmica econômica.
    A antiga feira livre localizava-se nas principais artérias da cidade, a saber: cruzamento das Avenidas Senhor dos Passos e Getúlio Vargas, Rua Marechal Deodoro, Praças João Pedreira e da Bandeira, e as Rua Marechal Deodoro e Sales Barbosa. Nestas, o feirense e pessoas oriundas de vários municípios da região, compravam e/ou vendiam uma gama diversificada de mercadorias: calçados, roupas, cerâmicas, hortifrutigranjeiros, produtos de couro, carnes, móveis, etc. Existiam espaços nos quais tipos de produtos específicos eram agrupados, setorizando a feira em outras especializadas, como a “feira das panelas”, onde se vendiam cerâmicas utilitárias, a feira do couro, com a venda da dita matéria prima ou de artefatos produzidos a partir da mesma, ou, ainda, o Mercado Municipal – atual Mercado de Arte Popular – onde, comercializavam-se carnes, feijão, farinha, etc.
    Para além do comércio tradicional de uma feira livre, na feira da Feira a polifonia cultural mantinha-se pela coexistência de sujeitos de classes sociais diferentes, com interesses e identidades distintos, que formavam uma algazarra no centro da cidade, trazendo em si aspectos culturais, mantidos pela tradição, forjados na lida diária, transformados pelo próprio cotidiano das relações sociais.
    A feira livre era também um espaço festivo, pontilhado pela presença de cantorias de violeiros; “pregão” de cordéis; cantadores de coco, vai-e-vem de vaqueiros, sanfoneiros, artistas de circo, artesãos, propangadistas que imbuídos de malabarismos artísticos vendiam produtos e artefatos que prometiam verdadeiros milagres, na cura de doenças ou no combate a pragas de toda ordem. Feirantes, fregueses, atacadistas, visitantes, transeuntes, observadores promoviam o fervilhar da feira. Muitos destes vestiam-se especialmente, afinal nunca se sabia ao certo quem encontraria nesse dia, notadamente, na segunda-feira em Feira de Santana; embarque e desembarque de gente, apressada em resolver compromissos diversos, a feira era concomitamente, um espaço de negócios, de lazer, de interação, de conflitos... de ver e ser visto, numa convivência entre feirantes, compradores, comerciantes de lojas, visitantes, transeuntes em geral, Calçadas e ruas apinhadas de gente e mercadorias.
    Contudo, sob os auspícios do projeto de modernização das décadas de 60 e 70, implementado pelos governos municipal, estadual e federal, no dia 10 de janeiro de 1977 a feira livre foi “retirada” oficialmente das ruas da cidade para um local dito adequado para uma cidade que almejava a industrialização.
    A exposição A feira de Feira de Santana: transformações e permanências, visa apresentar aspectos da antiga feira livre na rua, com suas divisões, organização, principais produtos comercializados, o regionalismo e a diversidade de artefatos e gêneros alimentícios comercializados. A mostra consta de 22 fotografias do fotógrafo Antonio Magalhães que retratam o último dia da feira livre realizada no centro da cidade, e 67 de Nei Rios que flagram permanências das tradições comerciais da cidade nas principais ruas do centro urbano, bem como a realização das feiras livres de bairros, como no Tomba, Estação Nova, Sobradinho e Cidade Nova.
    A exposição ainda apresenta uma pequena mostra de objetos comercializados no entreposto comercial, cedidos pela Associação dos Artesãos do Centro de Abastecimento, bem como peças do acervo do MCS/UEFS.
    Numa análise sobre a exposição o professor Clóvis Ramaiana sintetiza que “os dois tempos vistos na exposição: o de antes do fim e os depois do fim; o das imagens em preto-e-branco e o das coloridas; o analógico e o digital formam um mosaico de experiências retiradas de seus habitats e, sendo assim, se oferecem, generosas, para que as gentes dos hojes rememorem a trajetória da única coisas em comum nos dois conjuntos temporais: a resistência do povo que labuta diante dos ditames dos poderes públicos”.  
    A exposição integra a programação do seminário “Repensar Feira – A Uefs e o Observatório da Cidade”, que acontecerá no campus da Universidade nos dias 04 e 05 de julho.

    SOBRE OS FOTÓGRAFOS
    Antonio Magalhães
    É mineiro de Conselheiro Lafaiete e desde menino é apaixonado pela fotografia. Com 15 anos foi morar e trabalhar no Rio de Janeiro, onde comprou sua primeira câmera fotográfica e começou a registrar as belezas da Cidade Maravilhosa. No final de 1968, chegou a Feira de Santana, para viver na terra natal de sua esposa Zeny. Foi assim que Magalhães se incorporou à vida de Feira de Santana e passou a fotografar eventos sociais. Em 1971 passou a trabalhar com Antonio José Laranjeira, então colunista do Diário de Notícias. Depois, nos jornais A Tarde, Feira Hoje e Folha do Norte. Também fotografou para colunistas sociais como Eme Portugal, Cid Daltro e Oydema Ferreira. Magalhães foi diretor de fotografia do Observatório Astronômico Antares, do qual foi um dos fundadores. Em 1975, fundou a Associação Profissional dos Fotógrafos de Feira de Santana e foi presidente da entidade por seis anos, em duas gestões seguidas. Participou de vários cursos sobre fotografia, especializando-se em fotos de estúdio, mas sempre este    ve atento à vida da cidade, às suas transformações, com um rico registro imagético deste processo, que inspirou a obra História das lentes: Feira de Santana pelo olhar do fotógrafo Antonio Magalhães, dos professores Aldo José Morais Silva e Clóvis Frederico Ramaiana Morais Oliveira publicado pela UEFS Editora em 2009.
    Nei Rios
    É feirense criado entre Nanuque-MG e Ipirá-BA, e muito jovem, já trabalhava de carregador nas feiras do primeiro lugar, imprime as marcas de sua trajetória. As fotografias de Nei Rios sobre as feiras da Feira traçam preciosa síntese da ação de compartilhar/narrar. Nelas, o menino, o olhar curumim surge no encantamento pelas cores que fazem as feirinhas, pela profusão de tons que encantam os que compram e também aqueles que não compram. Um pouco da memória daquele que trabalhava sem poder parar e sentir o precioso encanto das coisas que colorem o olhar.
   
    SERVIÇOS
    Período da Exposição: 03 de julho a 15 de dezembro de 2017
    Horário de atendimento: Segunda: 14:00 as 17:30 h e Terça a sexta 8:15 as 11:30 e 14:00 as 17:30
    Endereço: Museu Casa do Sertão. Campus Universitário. Av Transnordestina, Bairro Novo Horizonte – Feira – Bahia. Tel. 75.3161.8750 / 8751 / 8752
    e-mail: museucasadosertao@gmail.com


AUTORIA: Museu Casa do Sertão



FUNCIONAMENTO DA CIDADE DURANTE O SÃO JOÃO

Confira o funcionamento de Feira de Santana para o feriado de São João

Publicado em: 21/06/2017 - 16:06:43


AUTORIA: Viva Feira



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