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Lana Mattos
 

 
Lana Mattos Rocha é jornalista (DRT/BA 3736). Formou-se bacharel em comunicação social com habilitação em jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), campus de Vitória da Conquista.  

Em 2010, escreveu para as revistas Personnalitè, de Vitória da Conquista, e ACIA Divulga, impresso da Associação Comercial e Industrial de Alagoinhas, também na Bahia. No mesmo ano, Lana atuou como professora de redação no Projeto Universidade para Todos (UPT), curso pré-vestibular do Governo da Bahia. Possui matérias publicadas em vários sites noticiosos, a exemplo do Tribuna da Conquista (tribunadaconquista.com.br) e Núcleo de Notícias (nucleodenoticias.com.br). Produziu e roteirizou diversos vídeos institucionais e documentários. 

Fez a cobertura da Micareta 2011 para a TV Feira Online (feiradesantana.ba.gov.br). Esta última, a serviço da Secretaria de Comunicação (Secom). Naquele ano, Lana trabalhou nos jornais impressos Diário do Litoral Nordeste e Pauta Livre. Ambos realizam a cobertura da região de Alagoinhas e Litoral Norte da Bahia.

Em 2012, trabalhou com radiojornalismo no Programa de Olho na Cidade, da Rádio Sociedade AM 970, em Feira.  Atuou também  no impresso Tribuna Feirense.

Lançou, em 2013, o livro "Impressões de Instante", pela Editora Biblioteca24horas (SP).

Lana já trabalhou com artesanato, mas considera-se hoje uma “artesã das palavras”. Ela estuda inglês na Escola Number One. Nasceu em cinco de junho de 1981. É solteira e reside em Feira de Santana, Bahia, sua cidade natal.



ARTESÃ DAS PALAVRAS

Um novo amanhecer


Publicado em: 05/05/2020 - 00:05:31


Sem poluição, ondas da praia de Acapulco brilham novamente após 60 anos
Sem poluição, ondas da praia de Acapulco brilham novamente após 60 anos

Haverá de acontecer

Depois que essa guerra fria passar

Um novo amanhecer, mais belo,

há de aflorar

 

Tudo agora são trevas

Eis a hora da dor

Enquanto estamos presos 

entre nossas próprias paredes

- como tem que ser, por enquanto -

 

Escondemo-nos, como em casulos,

dessa coroa - maldita -

que nenhum rei queria ter

 

Mas enquanto isso, lá fora,

a Natureza (Vida), sem nós,

se renova, se refaz em flor, 

em selvagem vida, em cor

 

Sim, teremos marcas, muitas

Tantas feridas ainda abertas

Em nossos corações,

saudade de quem perdeu a guerra

 

Mas teremos aprendizados 

para toda a vida 

Renasceremos mais fortes,

mais sábios

E, quiçá, mais humanos

 

E, quando essa nuvem cinza passar,

nossos olhos irão se abrir para um novo dia

Muito mais colorido, vivo e brilhante!

Furtacor e reluzente como alma de criança!



Fonte: Lana Mattos







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lanamattos@live.com


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