menu
-Agenda Cultural
-Restaurantes
-Teatros
-Museus
-Comentários
-Fale conosco
-Política de Privacidade
-Utilidade Pública
-Links Feirense
-Artes Cênicas
-Artes Visuais
-Artesanato
-Bandas
-Literatura
-Músicos
ENTRETENIMENTO
-Cinema
-Arquivo de Eventos
-Festival Vozes da Terra
-Festival Gospel 2010
-Natal na Praça 2010
-Micareta 2011
-Últimos Eventos
-Radio Viva Feira
-TV Viva Feira
-Videos Viva Feira
COLUNISTAS
-Alberto Peixoto
-Emanoel Freitas
-Luís Pimentel
-Raymundo Luiz Lopes
-Sandro Penelú
 
 
 
SEMINÁRIO DISCUTE O ENEM COMO INSTRUMENTO DE ADESÃO AO SISU


Publicado em: 10/10/2016 - 08:10:48
Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Uefs


    A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) realizou, na tarde de quinta-feira (6), mais um seminário para discutir o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) como instrumento de acesso e as implicações da adesão ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
    Desde maio, a Instituição, que encontra-se em processo de discussão para futura adesão ou não ao Sisu, vem promovendo encontros para conhecer e avaliar as experiências das universidades públicas baianas que optaram, parcial ou totalmente, pelo novo método de seleção de candidatos. Esteve presente ao evento a professora Janete dos Santos, servidora da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), que proferiu palestra sobre os aspectos positivos e negativos do novo sistema de acesso ao ensino superior.
    De acordo com a professora, a transição trouxe inúmeras vantagens para a UFRB, a exemplo do preenchimento total de vagas; aumento da concorrência; simulação dos estudantes para os cursos pretendidos de acordo com o mérito; inscrição eletrônica, o que democratiza e facilita o acesso para estudantes de baixa renda que vivem no interior do Estado; e participação no Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que garante recursos do governo federal para a promoção de ações voltadas à assistência estudantil. "Para a UFRB, a adesão foi bastante positiva, principalmente no que tange à democratização da oportunidade de acesso do estudante residentes nas cidades e regiões em que a UFRB tem campus. Antigamente tínhamos muitos estudantes de fora. Hoje, 99% dos nossos discentes são moradores dos próprios municípios e regiões circunvizinhas", observou.
    A docente enfatizou também que, apesar de ter a desvantagem de funcionar de acordo com o calendário do Ministério da Educação (MEC) e de registrar um preenchimento lento de vagas, em consequência da mobilidade dos estudantes em relação aos cursos, o Sisu é, na sua avaliação, o melhor método de seleção para ingresso nas universidades públicas. Ela salientou que, para a Uefs, a adesão seria também muito positiva.
    "A adesão seria totalmente vantajosa, primeiro porque quanto mais instituições participam do Sistema, mais ele fica fortificado; segundo, porque se a Uefs e outras instituições do interior do Estado aderirem ao Sisu, vão possibilitar que mais estudantes do entorno delas tenham acesso ao ensino superior. O estudante do Sisu não faz vestibular, então, basicamente, ele é aquele estudante que vê no Enem uma oportunidade maior de ingresso em uma universidade. Com o método antigo, muitos candidatos deixam de fazer o vestibular por não ter condições de participar de um processo seletivo fora de sua localidade, já que demanda custos de deslocamento e estadia. Então, a adesão da Uefs ao Sisu daria mais oportunidades de ingresso", avaliou.
    A pró-reitora de graduação da Uefs, professora Amali Mussi, disse que, por enquanto, a Uefs seguirá realizando o Processo Seletivo para Acesso ao Ensino Superior (Prosel) e que a adesão ao novo método só virá após o amadurecimento da ideia, se a Instituição sentir que é essa será a melhor opção para a sua realidade. "Temos avaliado o processo de adesão ao Sisu com muita cautela. Não vamos levar uma proposta aos nossos Conselhos sem que o debate esteja muito amadurecido. A nossa preocupação, portanto, tem sido no sentido de discutir o que significa aderir ao Sisu, quais os impactos para a nossa Instituição, como ficará o nosso sistema de cotas e o que mudará no interior da Uefs. Esse é o segundo grande seminário que realizamos sobre o tema, justamente para nos dar a segurança de que a mudança será positiva, mas a proposição de adesão ou não deverá partir da Instituição", ponderou.
    Ela salientou ainda que, a cada discussão realizada, fica claro que o Sisu é a melhor política pública de acesso ao ensino superior. "Não tem taxa de inscrição de vestibular; o sistema de cotas pode ser mantido; a adesão não é permanente, e sim anual, processo a processo. Então é um sistema que vai ao encontro do nosso pensamento institucional. E, a cada conversa, a cada debate, a cada aprofundamento que a gente tem realizado, mais vamos compreendendo que é o melhor caminho, até porque é mais inclusivo. No entanto, necessitamos ser muito prudentes, tendo em vista que não sabemos o que esperar do cenário político atual. Mas isso não nos deixa de mãos atadas para discutir e entender cada vez melhor o Sistema", considerou.



Apoio Cultural:



Viva Feira
© 2026 - Todos os direitos reservados - www.vivafeira.com.br