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Eduardo Carvalho
Nasceu em Salvador, Bahia em 1948; Em 1967 ingressou no Curso Livre da Escola de Belas Artes, Bahia.  Nesse mesmo ano participou de exposições coletivas na Galeria do Banco do Estado da Bahia e na Galeria dos Novos, Salvador. Em 1968 frequentou o atelier de Carlos Augusto Bandeira e participou da coletiva “Artistas Baianos”, Pensilvânia, Estados Unidos. Em 1969 montou atelier em Salvador. Em 1970, fixou residência no Rio de Janeiro, participando de coletivas nas galerias Marte 21 e Irlandi. Em 1971 realizou as primeiras exposições individuais: Associação Brasileira de Antiquários e na Barrocos Antiguidades, Rio de Janeiro. No período de 1971 a 1974, expôs suas obras com frequência no Rio de Janeiro e Salvador.

Em 1975, voltou a residir em Salvador realizando exposições nas galerias: Galeu - Aracaju, Quadrante - Rio de Janeiro, e no Museu de Arte Moderna - Salvador. Em 1976, participou de Coletiva na Galeria Emy Bonfim - São Paulo. Em 1977, participou do 1º Salão Verão - Salvador, prêmio aquisição. Em 1978, expôs no Salão de Artes Plásticas do VII Festival de São Cristóvão – Sergipe.

No período de 1979 a 1983, participou de diversas coletivas em Salvador, Londrina, Aracaju e São Paulo. Em 1984, realizou individual no Escritório de Arte da Bahia, Salvador. Em 1985, recebeu premio de Pintura Chapel Arte Show, São Paulo; nesse mesmo ano realizou individual na Kátia Galeria de Arte, Salvador. Em 1988 realizou individual na Época Galeria de Arte. Em 1989, coletiva no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal, Salvador. Em 1991, coletiva na Open Bahia Summer, Hotel Meridien, Salvador. Em 1993, coletiva em comemoração aos vinte e seis anos do Museu Regional de Feira de Santana. Em 1995, individual na galeria Prova do Artista. Em 1996, coletiva de inauguração da Opus Galeria de Arte, Salvador.  Em 1997, coletiva de trinta anos da Panorama Galeria de Arte, Salvador. Em 1998, acervo permanente da Manolo Saez Galeria de Arte, Curitiba. Em 1999, inserido no livro “Cem Artistas da Bahia”, exposição no Museu de Arte Sacra, Salvador, e no Centro Universitário de Cultura e Arte, na Galeria Carlo Barbosa, Feira de Santana.
 
“Numa pintura de Eduardo Carvalho uma serpente pode aparecer aninhada com um pombo, sem que isso provoque o menos espanto. O que o artista busca é a harmonia de formas e cores, tirando o partido de brilhos, volumes e transparências, escolhendo por isso os frutos maduros, os recipientes de vidro e a leveza de pombos e borboletas, como motivos. A combinação é por vezes inaudita e sempre harmoniosa e sensual. Eduardo vive numa casa isolada que construiu, onde cada tijolo, cada pedra, cada planta, cada objeto antigo está no lugar exato para compor a harmonia do todo. É um mundo agradável e bonito, exatamente como o que cria nos seus quadros.”
(Matilde Matos – Crítica de Arte)






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