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CAFÉ DRAMÁTICO

Mais uma iniciativa que devemos festejar e prestigiar para que passe a acontecer periodicamente: Leitura Dramática de textos consagrados do teatro brasileiro.
Publicado em: 16/10/2017 - 12:10:49
Fonte: Release de Araylton Públio


    Próximo dia 18 de outubro, às 20h00, o projeto Café Dramático faz sua estreia no Espaço Marcus Moraes, do MAC/Feira, com a primeira leitura dramática do ano.  A ideia é realizar mais duas leituras, com atores e atrizes feirenses, sempre focando em textos da dramaturgia nacional.
    Nessa primeira fase do Café, o alvo são textos dos anos 60, ligados aos movimentos da contracultura. O primeiro a ser lido é Roda-Viva, clássico de Chico Buarque de Hollanda, escrito em 1968 e levado à cena, e logo depois censurado, em 1969. Na introdução do livro que traz o texto da peça, Vinicius de Moraes comenta sobre Chico que “Esta [Roda-Viva] é sua primeira peça, desentranhada da dura e feia realidade dos ambientes de televisão, e com uma gana como só se tem aos vinte anos”.
    No elenco da leitura de Roda-Viva, estão os atores Welber Oliveira (Anjo da Guarda), Cláudio Galizas (Mané) e Márcio Nunes (Capeta) e a atriz Lene Costa (Juliana); e para o papel do protagonista, Ben Silver, foi convidado o cantor Tanny Brasil, da banda Outros Baianos, que faz sua estreia numa leitura dramática.
    O evento terá como abertura as falas do diretor do MAC/Feira, Edson Machado, e do diretor e produtor do Café Dramático, Araylton Públio. Logo em seguida, inicia-se a leitura e, ao final, será aberto espaço para um bate-papo entre elenco e plateia. A partir desse momento, estará à disposição dos presentes um serviço completo de café com biscoitos. A noite se encerra ao som dos anos 60, principalmente de movimentos como Jovem Guarda, Tropicália e as canções de protesto.
    A abertura do Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira será às 19h00, com início da leitura previsto para as 20h00. O tempo da leitura tem média de uma hora e vinte minutos. Mais meia-hora será dedicada ao bate-papo/debate entre a plateia e o grupo do Café.
    “A gente toma a inciativa
    Viola na rua, a cantar...” (C.B.H.)



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