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EXPOSIÇÃO COLETIVA – 13.06.2017


Publicado em: 12/06/2017 - 10:06:10
Fonte: Museu de Arte Contemporânea


    Um dia depois dos dias dos namorados, nesta terça-feira (13/06), às 19h, os feirenses amantes da arte têm uma oportunidade de prestigiar a abertura da exposição coletiva de três artistas baianos no Museu de Arte Contemporânea (MAC). A exposição marca o encontro de três diferentes trajetórias e formas de ver o mundo a partir da arte. A seguir, algumas informações sobre os artistas.
    RICARDO JERÔNIMO, ou apenas Jerônimo, como gosta de ser chamado, nasceu em Feira de Santana e atualmente mora em Ibicoara, Chapada Diamantina. Com 43 anos de carreira, realizou mais de 30 exposições em Feira de Santana, Salvador e outras cidades do interior. Versátil, Jerônimo transita por diversas técnicas, como pintura, escultura, bico de pena, carvão, pastel e xilogravura. Suas esculturas tem um forte territorialismo, com destaque aos povos nordestino, indígena e negro. Já suas pinturas, sempre cheias de vitalidade, mesclam o figurativo estilizado e a completa abstração.
    LUIZ RAMOS, natural de Alagoinhas, é um veterano em exposições, tendo mostrado seus trabalhos no MAC, no Instituto Goethe, na Aliança Francesa, no Museu de Arte, dentre outros. Na 3° Bienal da Bahia (2014), Luiz expôs aquarelas feitas em tecidos, contando com a intervenção das bordadeiras da região do agreste baiano. Ele se define como um artista que busca a harmonia do homem com a natureza. E tem os mananciais de água doce como um dos princípios temáticos. Luiz se expressa por meio de diversas técnicas, sendo a aquarela uma de suas expressões prediletas.
    DANIELA NORONHA nasceu em Ilhéus e reside de Feira Santana. Ela expôs seu trabalho em diversos eventos na cidade, como na 2° Feira Feminista - Empoderarte (2017). O material usado por Daniela é variado, incluindo lápis de cor, nanquim, giz pastel, tinta PVA, aquarela e tecido. Seus desenhos (como ela prefere chamar ao invés de pinturas) sempre trazem a figura de uma mulher nua. Mesmo quando mostram apenas um rosto ou uma silhueta, parece que estamos diante de uma pessoa nua. Suas mulheres têm uma tônica na melancolia, em contraste com o colorido e com a força dos seus desenhos.

    O QUE: Exposição Coletiva
    QUANDO: 13 de Junho de 2017, às 19 Horas
    ONDE: Museu de Arte Contemporânea
    QUANTO: Entrada gratuita



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